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O princípio da autonomia define que, na relação médico-paciente, o paciente possui o direito de ser informado sobre seu estado de saúde, sobre detalhes do tratamento a ser prescrito e tem toda a liberdade de decidir se irá ou não se submeter ao tratamento determinado, devendo o médico optar pela melhor opção terapêutica se o paciente não puder decidir.
Pacientes em cuidados paliativos não devem ser submetidos a tratamentos desnecessários para o prolongamento artificial da vida ou que resultem em benefícios ínfimos em situações de terminalidade.
No Brasil há legislação específica para a realização do testamento vital, devendo o paciente consultar a legislação para gerar o documento que disporá acerca dos cuidados, tratamentos e procedimentos a que deseja ou não ser submetido em caso de ser acometido por doença ameaçadora da vida, sem possibilidades terapêuticas, e estar impossibilitado de manifestar livremente sua vontade.
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O estresse e a depressão apresentam relação com o desequilíbrio do sistema imunológico e alterações hormonais e são fatores envolvidos na gênese das neoplasias malignas, devendo o aspecto psico-oncológico ser considerado no manejo dos pacientes na fase terminal da patologia, quando começam a surgir os sintomas psicológicos.
A estrutura ideal para o atendimento dos pacientes com cuidados paliativos deve englobar consultas ambulatoriais, assistência domiciliar e internação em unidade de média complexidade destinada ao controle de ocorrências clínicas e aos cuidados de final de vida.