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No contexto da educação bilíngue para surdos, é importante diferenciar a atuação do tradutor e intérprete de língua brasileira de sinais (Libras) e do professor de Libras.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente essa distinção.
Em uma turma do Ensino Fundamental, durante a aula, um estudante surdo passa a direcionar todas as dúvidas ao intérprete de língua brasileira de sinais (Libras), esta belecendo diálogos diretos com ele. Ao mesmo tempo, o professor começa a solicitar que o intérprete explique novamente os conteúdos e acompanhe o desempenho do estudante.
Diante dessa situação, qual deve ser a postura mais adequada do intérprete?
Fernando, intérprete educacional (IE), atua na disciplina de Química Orgânica em um curso de licenciatura. O professor regente, ao ministrar suas aulas, utiliza termos técnicos complexos que ainda não possuem sinais formalizados na Libras. Fernando percebe que o uso recorrente da datilologia (alfabeto manual) não tem sido suficiente para a compreensão dos processos químicos pelo estudante surdo. Considerando as atribuições do IE para assegurar o acesso pedagógico, nesse caso, Fernando
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Pedro, um estudante surdo e com defasagem linguística e cognitiva, matricula-se no curso técnico do IFCE. O intérprete educacional dá conta de que a interpretação fiel dos conteúdos acadêmicos não faz sentido para o estudante. Qual deve ser a conduta do intérprete nessa situação?
Um estudante surdo inicia o curso técnico no IFCE. No decorrer das aulas de língua portuguesa, o professor nota que o estudante apresenta dificuldade para realizar as atividades de interpretação de texto. O professor se aproxima do intérprete educacional (IE) e pede que ele ajude o estudante a localizar no texto a resposta certa, já que ele tem conhecimento da língua portuguesa. Diante dessa situação, qual conduta ética o intérprete deve assumir?