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Adolescente, sexo masculino, 16 anos, internado na enfermaria
pediátrica, apresenta dispneia aos médios esforços, edema facial
matinal, taquicardia, turgência jugular, edema na face e pescoço,
circulação colateral na região torácica anterior, murmúrio
vesicular abolido à direita, sem hepatoesplenomegalia e febril.
Exames: leucócitos 14.200/mm³, 72% de linfócitos, hemoglobina
10,8 g/dL, plaquetas 189.000/mm³; Desidrogenase lática 1.840
U/L. Tomografia do tórax: massa anterior volumosa comprimindo
veia cava superior, derrame pleural direito e colapso pulmonar
direito. Citometria de fluxo do líquido pleural revela células com
fenótipo CD2+, CD3+, CD7+, CD4-, CD8-, TdT+, CD34-.
Considerando o quadro clínico, laboratorial e imagem apresentados, trata-se. mais provavelmente, de linfoma
Considerando o quadro clínico, laboratorial e imagem apresentados, trata-se. mais provavelmente, de linfoma
Mulher de 38 anos, sem diagnóstico prévio de doença
autoimune, procura atendimento por dor e edema progressivos
no membro inferior esquerdo há 3 dias. Há quatro anos,
apresentou trombose venosa profunda (TVP) proximal não
provocada, tratada com anticoagulação durante seis meses. Dois
anos depois, sofreu acidente vascular cerebral isquêmico,
também sem fator desencadeante identificado. Nega uso de
anticoncepcionais, tabagismo ou história familiar de trombofilia.
Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável, com edema assimétrico e dor à palpação da panturrilha esquerda. A ultrassonografia com Doppler demonstra nova TVP envolvendo as veias femoral e poplítea.
Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina: 12,6 g/dL; leucócitos: 7.800/mm³; plaquetas: 108.000/mm³; creatinina: 0,8 mg/dL; TP/INR: 1,0; TTPa: 58 segundos (controle: 30 segundos); anticoagulante lúpico: positivo; anticardiolipina IgG: 92 GPL; anti?2-glicoproteína I IgG: fortemente positivo; FAN: negativo; antiDNA de dupla hélice: negativo.
Os anticorpos antifosfolípides permanecem positivos em nova determinação realizada 12 semanas depois.
Após o tratamento da fase aguda do evento trombótico com anticoagulação parenteral, deve-se definir a estratégia de prevenção secundária em longo prazo.
Considerando o diagnóstico mais provável, o significado dos achados laboratoriais e o mecanismo farmacológico do tratamento, assinale a afirmativa correta.
Ao exame, encontra-se hemodinamicamente estável, com edema assimétrico e dor à palpação da panturrilha esquerda. A ultrassonografia com Doppler demonstra nova TVP envolvendo as veias femoral e poplítea.
Os exames laboratoriais mostram: hemoglobina: 12,6 g/dL; leucócitos: 7.800/mm³; plaquetas: 108.000/mm³; creatinina: 0,8 mg/dL; TP/INR: 1,0; TTPa: 58 segundos (controle: 30 segundos); anticoagulante lúpico: positivo; anticardiolipina IgG: 92 GPL; anti?2-glicoproteína I IgG: fortemente positivo; FAN: negativo; antiDNA de dupla hélice: negativo.
Os anticorpos antifosfolípides permanecem positivos em nova determinação realizada 12 semanas depois.
Após o tratamento da fase aguda do evento trombótico com anticoagulação parenteral, deve-se definir a estratégia de prevenção secundária em longo prazo.
Considerando o diagnóstico mais provável, o significado dos achados laboratoriais e o mecanismo farmacológico do tratamento, assinale a afirmativa correta.
Adolescente, 15 anos, previamente hígido, residente em área
endêmica de esquistossomose, é internado por suspeita de
Doença de Wilson (DW). Ele apresenta aumento progressivo do
volume abdominal há quatro meses, perda ponderal discreta e
fadiga.
Ao exame: orientado, consciente, ascite volumosa, circulação colateral discreta, baço a 5 cm do rebordo costal esquerdo. Pressão arterial normal. Laboratório: Hemoglobina 12,4 g/dL; Plaquetas: 82.000/mm³; aspartato aminotransferase (AST) 76 U/L; alanina aminotransferase (ALT) 62 U/L; gama glutamiltransferase (GGT) 38 U/L; Bilirrubina total 1,5 mg/dL; Albumina 3,1 g/dL; INR 1,4. Paracentese - amostra: gradiente soro-ascite de albumina (SAAG) 1,7 g/dL; proteína no líquido ascítico 2,8 g/dL.
Ultrassonografia abdominal com doppler: hipertensão portal; esplenomegalia; fluxo portal preservado; fígado discretamente heterogêneo, sem sinais típicos de cirrose.
Para diferenciar DW da esquistossomose hepatoesplênica, assinale a afirmativa com melhor correlação entre os dados do caso, hipótese e eventual conduta.
Ao exame: orientado, consciente, ascite volumosa, circulação colateral discreta, baço a 5 cm do rebordo costal esquerdo. Pressão arterial normal. Laboratório: Hemoglobina 12,4 g/dL; Plaquetas: 82.000/mm³; aspartato aminotransferase (AST) 76 U/L; alanina aminotransferase (ALT) 62 U/L; gama glutamiltransferase (GGT) 38 U/L; Bilirrubina total 1,5 mg/dL; Albumina 3,1 g/dL; INR 1,4. Paracentese - amostra: gradiente soro-ascite de albumina (SAAG) 1,7 g/dL; proteína no líquido ascítico 2,8 g/dL.
Ultrassonografia abdominal com doppler: hipertensão portal; esplenomegalia; fluxo portal preservado; fígado discretamente heterogêneo, sem sinais típicos de cirrose.
Para diferenciar DW da esquistossomose hepatoesplênica, assinale a afirmativa com melhor correlação entre os dados do caso, hipótese e eventual conduta.
Escolar de 8 anos, inicia tratamento para epilepsia com
fenobarbital e após 4 semanas apresenta febre, exantema
maculopapular difuso, edema facial e linfadenopatia
generalizada. O hemograma evidencia apenas eosinofilia e há
elevação das transaminases e da creatinina sérica.
Diante do quadro em questão, a principal hipótese diagnóstica é:
Diante do quadro em questão, a principal hipótese diagnóstica é:
Menina, 7 anos, apresenta febre há 48 horas, evoluindo com
cefaleia frontal, náuseas, vômitos e fotofobia. Ao exame físico,
encontra-se em regular estado geral, com rigidez de nuca. Foi
submetida à punção lombar, e a avaliação liquórica foi sugestiva
de meningoencefalite viral.
Diante desse quadro, os seguintes achados laboratoriais são esperados no líquor:
Diante desse quadro, os seguintes achados laboratoriais são esperados no líquor: