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No Brasil colonial, o Estado reconhecia e acatava as leis da Igreja. Assim, os representantes do reino de Portugal executavam as sentenças dos tribunais religiosos, declaravam-se incompetentes em quaisquer litígios debatidos entre clérigos e só punia um eclesiástico se o crime fosse cometido contra um membro da nobreza. Apesar desses benefícios, não era permitido dar asilo nos templos ou mosteiros para os criminosos de qualquer tipo.
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Os primeiros escravos africanos começaram a ser importados para o Brasil em meados do século XVI; seu emprego nos engenhos brasileiros, contudo, ocorria basicamente nas atividades especializadas. Por esse motivo, eram bem mais caros que os indígenas: um escravo africano custava, na segunda metade do século XVI, cerca de três vezes mais que um escravo índio. Após 1560, com a ocorrência de várias epidemias no litoral brasileiro (como sarampo e varíola), os escravos índios passaram a morrer em proporções alarmantes, o que exigia reposição constante da força de trabalho nos engenhos. Na década seguinte, a Coroa Portuguesa promulgou leis que coibiam de forma parcial a escravização de índios.
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A colonização portuguesa no Brasil foi pacífica e benevolente, com os colonizadores tratando os nativos com respeito e consideração.
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Durante o período colonial brasileiro, a economia era baseada na agricultura de subsistência e a indústria era praticamente inexistente.

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Muitos jesuítas declaravam que estavam na América portuguesa em nome do rei e do Papa e que, em função disso, “exigiam” respeito e obediência de todos os moradores, inclusive, das autoridades políticas e religiosas. O padre Nobrega, em carta ao padre Simão Rodrigues, em 1550, afirmou que tinha dois desejos desde que havia chegado às terras brasileiras: o primeiro era ver os cristãos se comportando como tal e o segundo era que os índios aceitassem a conversão verdadeiramente, adotando a Igreja católica como mãe.