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Ricardo, Supervisor de Ensino em um sistema de ensino municipal, tem participado de encontros de formação continuada, nos quais são abordadas diferentes concepções pedagógicas e apresentados seus respectivos pensadores, bem como analisada a metodologia de ensino correspondente. No encontro mais recente, com apoio na obra de Weisz (2002), reportaram-se à “aprendizagem por resolução de problemas” e a uma intervenção pedagógica própria, por meio de situação-problema. De acordo com essa autora, “uma situação-problema se define sempre em relação ao aprendiz. Deve ser uma situação na qual a solução não vá ser buscada na memória, nem a resposta pode ser imediata, pois o aluno precisará mobilizar conhecimentos que já tem e usá-los de tal forma que acabará construindo uma solução não previamente determinada”. Conforme apresentado por Weisz, o autor de referência dessa metodologia de ensino é
O professor que incentiva a autonomia dos estudantes na resolução de problemas, de forma que apliquem seus conhecimentos prévios, identifiquem suas dificuldades e elaborem novos conhecimentos, dialoga com o construtivismo de Piaget.  
A epistemologia genética de Piaget apresenta em sua teoria, níveis de complexidade crescente da formação do pensamento e do conhecimento humano, por meio das estruturas mentais que se desenvolvem ao longo da vida humana.
Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta os três momentos do processo permanente de aprendizado que, segundo Piaget ocorrem na mente humana:
A experiência é um dos fatores aos quais Piaget recorre para explicar o desenvolvimento cognitivo. A partir da experiência física que realiza, a criança constrói o conhecimento físico que se refere à exploração dos objetos para apreender suas propriedades e características básicas. Isso é chamado de abstração simples, expressão utilizada para designar a abstração das propriedades a partir de objetos. Para a abstração do número, Piaget utiliza a expressão abstração:
Piaget era forte crítico do ensino tradicional herdado do século XIX, em que alunos são considerados meros receptáculos de conteúdo que aprendem através da repetição, não possuindo margem para errar e aprender com seus erros. Para a perspectiva construtivista piagetiana, errar é fundamental para a aprendizagem do indivíduo pois: