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Um paciente masculino, 64 anos, tabagista há 40 anos (60 maços/ano), com histórico de DPOC em uso de broncodilatadores de longa ação, procura atendimento por dispneia progressiva aos esforços leves, tosse crônica com escarro esbranquiçado e fadiga. Ao exame físico, apresenta-se eupneico em repouso, com uso de musculatura acessória à mínima atividade, hipersonoridade à percussão, murmúrio vesicular globalmente diminuído e presença de sibilos expiratório difusos. A gasometria arterial evidencia PaO? de 58 mmHg, PaCO? de 52 mmHg, pH 7,36 e HCO?? de 30 mEq/L. Radiografia de tórax mostra hiperinsuflação pulmonar, com retificação das cúpulas diafragmáticas. Considerando o quadro clínico, os achados laboratoriais e as diretrizes terapêuticas atuais, qual deve ser a conduta mais adequada neste momento?
A síndrome de angústia respiratória aguda (SARA) representa uma condição clínica grave, caracterizada por hipoxemia refratária, diminuição da complacência pulmonar e infiltrados bilaterais não cardiogênicos. Com base nas diretrizes do Berlin Definition e na fisiopatologia envolvida, assinale a alternativa que melhor expressa a conduta terapêutica inicial recomendada em pacientes com SARA moderada a grave.
Em relação à fisiopatologia e ao manejo clínico da síndrome de angústia respiratória aguda (SARA), condição que reflete lesão alveolar difusa com comprometimento severo da troca gasosa e que está associada a altas taxas de mortalidade em unidades de terapia intensiva, considere os preceitos atuais de ventilação protetora e conduta baseada em evidências. Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma medida terapêutica comprovadamente benéfica para o manejo inicial da SARA moderada a grave, conforme os protocolos internacionais atualizados, como o ARDSNet.
Um homem de 65 anos, tabagista há 40 anos, com histórico de hipertensão controlada, procura atendimento com queixa de dispneia progressiva há 2 meses, acompanhada de tosse produtiva matinal com escarro mucopurulento, episódios de ortopneia e sibilância noturna. Refere perda ponderal não intencional de 5 kg nos últimos 3 meses. Ao exame físico, apresenta frequência respiratória de 24 irpm, uso de musculatura acessória e ausculta com roncos difusos e sibilos expiratórios bilaterais. A gasometria arterial em ar ambiente revelou pH 7,36; PaCO? 52 mmHg; PaO? 60 mmHg; HCO?? 29 mEq/L. A radiografia de tórax mostrou hipertransparência pulmonar difusa, retificação de arcos costais e aumento do espaço retroesternal. A espirometria demonstrou relação VEF1/CVF de 58% e VEF1 de 41% do previsto, sem resposta significativa ao broncodilatador.
Com base nesse quadro clínico e nos critérios diagnósticos estabelecidos, qual a conduta mais apropriada a ser instituída como parte do manejo inicial?
A síndrome de angústia respiratória aguda (SARA), definida por critérios clínico-radiológicos e gasométricos conforme o consenso de Berlim, caracteriza-se por inflamação pulmonar difusa não cardiogênica com aumento da permeabilidade alveolocapilar e hipoxemia refratária. À luz da literatura especializada e das diretrizes de ventilação protetora, assinale a alternativa que apresenta corretamente a fisiopatologia, diagnóstico e principais estratégias terapêuticas dessa condição: