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Questões por página:
Sobre a fisiopatologia e os critérios diagnósticos da síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) em pediatria, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale alternativa com a sequência correta.
( ) A SDRA é caracterizada por inflamação pulmonar difusa, levando à quebra da barreira alveolocapilar, formação de edema intersticial e alveolar e hipoxemia refratária à oxigenoterapia.
( ) A lesão dos pneumócitos tipo II e a inativação do surfactante contribuem para o colabamento alveolar e a redução da capacidade residual funcional.
( ) A hipertensão pulmonar decorrente do aumento da resistência vascular pulmonar pode sobrecarregar o ventrículo direito e reduzir o débito cardíaco.
( ) A mortalidade pela SDRA em pediatria é baixa, raramente ultrapassando 10% dos casos, graças à ventilação mecânica convencional.
O Vírus Sincicial Respiratório (VSR) é o principal agente etiológico da bronquiolite em lactentes, com grande relevância clínica e epidemiológica. Sobre os mecanismos fisiopatológicos da infecção pelo VSR, assinale a alternativa correta.
Uma criança de 10 anos diagnosticada com Leucemia Linfoide Aguda (LLA) e em fase de quimioterapia intensiva desenvolve febre persistente por 4 dias, não responsiva a antibióticos de amplo espectro (piparacilina/tazobactam), tosse seca e dispneia progressiva. Ela está neutropênica (contagem absoluta de neutrófilos <500/µL) há 7 dias. Uma tomografia computadorizada de tórax de alta resolução (TCAR) revela múltiplos nódulos pulmonares, alguns com o característico “sinal do halo”. A equipe médica suspeita fortemente de uma infecção fúngica pulmonar invasiva. Diante da alta suspeita clínica e radiológica de micose pulmonar invasiva em um paciente neutropênico, qual é a conduta mais apropriada a ser instituída para otimizar o prognóstico?
Uma lactente de 6 meses de idade com histórico de prematuridade (nascida com 32 semanas) e uma hospitalização prévia por bronquiolite viral aos 3 meses está em acompanhamento. Ela recebeu apenas a primeira dose da vacina contra influenza há 3 semanas. Recentemente, sua mãe foi diagnosticada com influenza A, confirmada por teste rápido, e iniciou tratamento antiviral. A lactente está afebril e assintomática, mas a família está muito apreensiva com o risco de a bebê desenvolver influenza devido ao seu histórico de vulnerabilidade. Considerando a alta probabilidade de exposição à influenza e a maior vulnerabilidade dessa lactente a complicações graves, qual é a conduta mais apropriada para prevenir a infecção nesse momento, de acordo com as diretrizes pediátricas?
Uma adolescente de 15 anos com anemia falciforme (HbSC) é acompanhada no ambulatório devido a queixas progressivas de dispneia aos esforços, fadiga acentuada e palpitações. Ela nega histórico de crises vaso-oclusivas recentes, e o controle da dor crônica está estável. Ao exame físico, apresenta desdobramento fixo de segunda bulha (P2 hiperfonético) e um sopro sistólico tricuspídeo. O ecocardiograma Doppler demonstra velocidade de regurgitação tricúspide elevada e estimativa de pressão sistólica da artéria pulmonar em 48 mmHg. Considerando as complicações pulmonares crônicas da anemia falciforme, qual é o diagnóstico que melhor se alinha com a apresentação clínica e os achados ecocardiográficos dessa paciente?