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Homem de 40 anos, com histórico de asma desde a infância e múltiplas hospitalizações prévias por crises, apresenta dispneia intensa há 3 horas após exposição a poeira doméstica. Relata uso recente de broncodilatador de curta ação sem alívio dos sintomas. Ao exame, apresenta frequência respiratória de 30 incursões por minuto, uso evidente de musculatura acessória e sibilância difusa. Saturação de oxigênio é de 88% em ar ambiente, pressão arterial 130/80 mmHg, e frequência cardíaca 120 bpm. Pico de fluxo expiratório (PEF) é de 35% do valor previsto.
Qual a conduta inicial?
Homem de 62 anos, diagnosticado com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) em estágio grave, apresenta piora súbita da dispneia, febre de 38,5°C e aumento da expectoração purulenta há 2 dias. Exame físico revela uso de musculatura acessória e murmúrio vesicular reduzido difusamente. Gasometria arterial mostra pressão parcial de oxigênio (PaO2) de 55 mmHg em ar ambiente, sem sinais de acidose respiratória. Radiografia de tórax não demonstra consolidações pulmonares. Qual a conduta inicial?
Das patologias abaixo, qual delas tem MENOS probabilidade de se encontrar broncograma aéreo?
Em 2024 obtivemos um grande avanço com relação à bronquiolite viral aguda causada pelo vírus sincicial respiratório (VSR). Qual alternativa contempla esta recente conquista?
Pré-escolar é levado à emergência após crise de hipóxia. Depois de colocar o paciente na posição joelho-peito, administrar oxigênio, além de infusão de soro fisiológico, sem melhora. Sabe-se que, diante deste quadro, a abordagem gradual, rápida e agressiva deve ser priorizada.
Qual seria a próxima conduta a ser tomada neste caso?