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Mulher,68 anos de idade, ex-tabagista. Portadora de doença pulmonar crônica, faz uso regular de formoterol. Nega exacerbações nos últimos 12 meses. Relata que iniciou piora da falta de ar há dois dias, desde de que os vizinhos puseram fogo num lote vago ao lado de sua casa. Além da piora da dispneia, apresenta tosse seca, sibilos à ausculta pulmonar, taquipneia com leve esforço ventilatório; oximetria de pulso: 86%; frequência cardíaca: 95 bpm; ritmo cardíaco regular. Pressão arterial: 130 x 80 mmHg.
São indicações absolutas para o tratamento nesse caso, exceto:
É um fator de risco intermediário (risco relativo 2-9) para tromboembolismo pulmonar:
Na avaliação primária da insuficiência respiratória no choque e no trauma, deve ser utilizada a seguinte abordagem:
Paciente do sexo masculino,70 anos de idade,80 kg, portador de diabete melito e doença pulmonar obstrutiva crônica comparece ao pronto-socorro com queixa de inapetência, tonturas, mal-estar indefinido e tosse com expectoração amarelada. Os sintomas iniciaram há um dia após um estado compatível com resfriado ou gripe (há cinco dias).
O paciente está com frequência respiratória de 24 rpm, recebeu uma classificação de risco amarela e o qSOFA acumulou 1 ponto.
Nesse caso, a conduta correta para esse paciente é:
A respiração é controlada por um centro nervoso localizado no bulbo de onde partem os nervos responsáveis pela contração dos músculos respiratórios. Assinale, a seguir, o principal músculo inspiratório.