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Em relação aos tipos e classificação da insuficiência respiratória, podemos afirmar que insuficiência respiratória
A hipóxia hipóxica é uma das formas de deficiência de
oxigênio nos tecidos e sua característica principal é:
Disciplina:
Fisioterapia
Assinale a alternativa que corresponda a uma estrutura do sistema
respiratório e que é responsável por realizar a troca gasosa.
A observação atenta dos pacientes, durante o exame físico do tórax, pode revelar a presença de alterações do padrão do
ritmo respiratório. Muito embora o surgimento de tais alterações não implique obrigatoriamente a presença de sintomas de
desconforto respiratório e, portanto, na ocorrência de dispneia, é conveniente comentá-las devido à semelhança de muitos
termos. Além disso, tais alterações podem se associar com distúrbios fisiopatológicos, específicos e receber denominações
especiais. Sobre estes termos, analise as afirmativas a seguir.
I. Ritmo de Cantani: nome dado a um ritmo respiratório totalmente irregular, no tocante à amplitude das incursões respiratórias e à frequência. Aparece em pacientes com hipertensão intracraniana e lesões do sistema nervoso central.
II. Ritmo de Biot: caracteriza-se pelo aumento da amplitude dos movimentos respiratórios, de modo regular, secundariamente à presença de acidose metabólica, encontrada, por exemplo, na cetoacidose diabética ou insuficiência renal. À medida que a acidose metabólica se agrava, raramente pode haver o surgimento do ritmo de Kussmaul, traduzido pela alternância sequencial de apneias inspiratórias e expiratórias.
III. Dispneia suspirosa: consiste na presença de inspirações profundas, esporádicas, em meio a um ritmo respiratório normal. Costuma aparecer em indivíduos com distúrbios psicológicos ou emotivos.
IV. Ritmo de Cheynes-stockes: caracteriza-se pela alternância de períodos de apneia, seguidos por hiperpneia crescente e decrescente, até a instalação de nova apneia e, assim, sucessivamente. Esse ritmo respiratório ocorre mais comumente em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva grave, podendo, também, estar presente em vigência de lesões do sistema nervoso central e hipertensão intracraniana. Nos casos de insuficiência cardíaca, sua gênese é explicada pelo aumento do retardo circulatório dos pulmões para o cérebro. Nessa situação, ocorre uma dissociação entre os valores de pH e PaCO2 no nível pulmonar e no nível dos quimiorreceptores centrais, levando ao surgimento da respiração periódica.
Está correto o que se afirma em
I. Ritmo de Cantani: nome dado a um ritmo respiratório totalmente irregular, no tocante à amplitude das incursões respiratórias e à frequência. Aparece em pacientes com hipertensão intracraniana e lesões do sistema nervoso central.
II. Ritmo de Biot: caracteriza-se pelo aumento da amplitude dos movimentos respiratórios, de modo regular, secundariamente à presença de acidose metabólica, encontrada, por exemplo, na cetoacidose diabética ou insuficiência renal. À medida que a acidose metabólica se agrava, raramente pode haver o surgimento do ritmo de Kussmaul, traduzido pela alternância sequencial de apneias inspiratórias e expiratórias.
III. Dispneia suspirosa: consiste na presença de inspirações profundas, esporádicas, em meio a um ritmo respiratório normal. Costuma aparecer em indivíduos com distúrbios psicológicos ou emotivos.
IV. Ritmo de Cheynes-stockes: caracteriza-se pela alternância de períodos de apneia, seguidos por hiperpneia crescente e decrescente, até a instalação de nova apneia e, assim, sucessivamente. Esse ritmo respiratório ocorre mais comumente em pacientes com insuficiência cardíaca congestiva grave, podendo, também, estar presente em vigência de lesões do sistema nervoso central e hipertensão intracraniana. Nos casos de insuficiência cardíaca, sua gênese é explicada pelo aumento do retardo circulatório dos pulmões para o cérebro. Nessa situação, ocorre uma dissociação entre os valores de pH e PaCO2 no nível pulmonar e no nível dos quimiorreceptores centrais, levando ao surgimento da respiração periódica.
Está correto o que se afirma em
“Estudos têm demonstrado que a dispneia se constitui no principal fator limitante da qualidade de vida, relacionada à saúde de
pacientes portadores de insuficiência respiratória crônica, seja de cunho obstrutivo, ou de cunho restritivo. Devido a tais fatos,
nos últimos anos, tem havido um renovado interesse na investigação dos aspectos fisiopatológicos e terapêuticos do referido
sintoma.”
(MARTINEZ; PADUA & TERRA FILHO, 2004.)
No manuseio de pacientes com dispneia, frequentemente são empregados termos descritivos de condições específicas; analise-os.
I. Platipneia: sensação de dispneia que surge ou piora em uma posição lateral e desaparece ou melhora com o decúbito lateral oposto. É uma queixa não específica, que pode surgir em qualquer doença, comprometendo mais intensamente um pulmão. São exemplos dessa condição: ocorrência de derrame pleural unilateral ou paralisia diafragmática unilateral.
II. Ortopneia: denominação dada ao surgimento ou agravamento da sensação de dispneia com a adoção da posição horizontal. O sintoma tende a ser aliviado, parcial ou totalmente, com a elevação da porção superior do tórax pelo uso de um número maior de travesseiros, ou pela elevação da cabeceira da cama. Classicamente, surge em pacientes portadores de insuficiência cardíaca esquerda, sendo associada com o estabelecimento de congestão pulmonar. Embora mais frequente em cardíacos, a ortopneia também pode ser observada em pacientes com asma ou DPOC. É uma queixa característica de indivíduos portadores de fraqueza da musculatura diafragmática como, por exemplo, pacientes com doenças neuromusculares, pela elevação das vísceras abdominais, que acabam por se opor às incursões inspiratórias diafragmáticas.
III. Treponema: nome dado à sensação de dispneia, que surge, ou se agrava, com a adoção da posição ortostática, particularmente em pé. Classicamente, esse fenômeno ocorre em pacientes com quadros de pericardite, ou na presença de shunts direito-esquerdos.
IV. Dispneia paroxística noturna: nome dado à situação na qual o paciente tem seu sono interrompido por uma dramática sensação de falta de ar, levando-o a se sentar no leito, ou mesmo a se levantar e procurar uma área da casa mais ventilada, visando obter alívio da súbita sensação de sufocação. Pode estar presente, ainda, sudorese profusa. É uma condição comum em pacientes portadores de insuficiência cardíaca esquerda.
Está correto o que se afirma em
(MARTINEZ; PADUA & TERRA FILHO, 2004.)
No manuseio de pacientes com dispneia, frequentemente são empregados termos descritivos de condições específicas; analise-os.
I. Platipneia: sensação de dispneia que surge ou piora em uma posição lateral e desaparece ou melhora com o decúbito lateral oposto. É uma queixa não específica, que pode surgir em qualquer doença, comprometendo mais intensamente um pulmão. São exemplos dessa condição: ocorrência de derrame pleural unilateral ou paralisia diafragmática unilateral.
II. Ortopneia: denominação dada ao surgimento ou agravamento da sensação de dispneia com a adoção da posição horizontal. O sintoma tende a ser aliviado, parcial ou totalmente, com a elevação da porção superior do tórax pelo uso de um número maior de travesseiros, ou pela elevação da cabeceira da cama. Classicamente, surge em pacientes portadores de insuficiência cardíaca esquerda, sendo associada com o estabelecimento de congestão pulmonar. Embora mais frequente em cardíacos, a ortopneia também pode ser observada em pacientes com asma ou DPOC. É uma queixa característica de indivíduos portadores de fraqueza da musculatura diafragmática como, por exemplo, pacientes com doenças neuromusculares, pela elevação das vísceras abdominais, que acabam por se opor às incursões inspiratórias diafragmáticas.
III. Treponema: nome dado à sensação de dispneia, que surge, ou se agrava, com a adoção da posição ortostática, particularmente em pé. Classicamente, esse fenômeno ocorre em pacientes com quadros de pericardite, ou na presença de shunts direito-esquerdos.
IV. Dispneia paroxística noturna: nome dado à situação na qual o paciente tem seu sono interrompido por uma dramática sensação de falta de ar, levando-o a se sentar no leito, ou mesmo a se levantar e procurar uma área da casa mais ventilada, visando obter alívio da súbita sensação de sufocação. Pode estar presente, ainda, sudorese profusa. É uma condição comum em pacientes portadores de insuficiência cardíaca esquerda.
Está correto o que se afirma em