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Noam Chomsky é um linguista, filósofo e sociólogo finlandês que tem investigado sobre a formação ideológica dos meios de comunicação e a função social que estes desempenham. O teórico considera que a mídia - meios de comunicação hegemônicos e de massa, serve aos interesses das corporações privadas, comandadas pelo poder econômico e político. Em seu livro “Para Entender o Poder” (2005), a grande mídia reflete a opinião da elite apresentando uma imagem do mundo de acordo com os interesses dos grupos sociais que controlam a economia e os governos. Assinale a afirmativa que não corresponde ao pensamento desse autor.
Embora os três elementos básicos constituintes do Estado Moderno sejam o território, a população e o governo soberano, os sociólogos propuseram outras formas de analisá-lo. Uma destas propostas era a de que “devemos conceber o Estado contemporâneo como uma comunidade humana que, dentro dos limites de determinado território (...), reivindica o monopólio do uso legítimo da violência física”. Tem-se como autor dessa proposta
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 10 de dezembro de 1948, possui o objetivo maior de provocar o diálogo sobre a necessidade de respeito aos seres humanos e impedir conflitos entre os países por motivos políticos, culturais ou econômicos. Tendo como base os direitos humanos em discussão na contemporaneidade, assinale a alternativa correta.
Na obra “O Futuro da democracia”, Norberto Bobbio defendeu a ideia de que a democracia é formada por um conjunto de regras. E, como o exercício da democracia direta nos Estados modernos é praticamente inconcebível – devido ao contingente populacional e a complexidade de suas sociedades – a representatividade do poder torna-se necessária. Segundo esse autor, para que os cidadãos tenham o mínimo de controle para fiscalizar os atos de governo, no intuito de evitar abusos de poder por parte dos representantes eleitos, se faz necessário

“É precisamente sobre os possíveis projetos alternativos para a democracia que se trava boa parte da luta política na América Latina de hoje. (...) as políticas neoliberais introduziram um novo tipo de relação entre o Estado e a sociedade civil (...) baseada numa concepção minimalista do Estado e da democracia.(...) Uma concepção alternativa de cidadania (...) vê as lutas democráticas como contendo uma redefinição não só do sistema político, como também das práticas econômicas, sociais e culturais que possam engendrar uma ordem democrática para a sociedade (...) para abranger não só o sistema político, mas também o futuro do “desenvolvimento” e a erradicação de desigualdades sociais tais como as de raça e de gênero, profundamente moldadas por práticas culturais e sociais.”

(ESCOBAR,2008,16).

 

Nesse trecho do livro intitulado Cultura e política nos movimentos sociais latino-americanos: novas leituras, os/as autores/as (e organizadores/as da obra coletiva) conceberam a cidadania e a democracia de modo particular. Segundo os/as autores/as, é correto afirmar que os movimentos sociais