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O conceito de necropolítica, desenvolvido por Achille Mbembe (2011), tem sido amplamente utilizado para analisar dinâmicas de poder no século XXI. Diferentemente de formas clássicas de dominação política descritas pela biopolítica foucaultiana, a necropolítica enfatiza a gestão da morte como instrumento central do poder soberano. Considerando as transformações do Estado, do capitalismo global e dos regimes de exceção contemporâneos, assinale a alternativa que melhor expressa uma aplicação coerente do conceito de necropolítica no século XXI.
Ao delimitar as atribuições que pode legalmente desempenhar no órgão, uma analista da área de Ciências Sociais consulta a Lei nº 6.888/1980, que dispõe sobre o exercício da profissão de Sociólogo. Entre as atribuições legalmente previstas para o profissional, inclui-se:
Após reunir transcrições de entrevistas e documentos institucionais, uma analista organiza o material em categorias, define unidades de registro, quantifica a frequência de temas e infere significados a partir do contexto de ocorrência, num procedimento sistemático e replicável de tratamento do material textual. Esse conjunto de procedimentos, sistematizado por Laurence Bardin, denomina-se:
Ao planejar um diagnóstico social sobre a evasão em um programa institucional, uma analista combina um levantamento por amostra, para dimensionar a magnitude e os perfis associados à evasão, com entrevistas em profundidade, para compreender os motivos e as experiências dos participantes. Ao justificar o desenho, ela recorre à posição de Maria Cecília de Souza Minayo a respeito da relação entre as abordagens quantitativa e qualitativa. Essa posição sustenta que tais abordagens devem ser entendidas como:
Ao estudar porque certas hierarquias internas são aceitas como naturais até por quem é desfavorecido por elas, um analista recorre à noção bourdieusiana segundo a qual existe um poder “que se exerce com a cumplicidade daqueles que não querem saber que lhe estão sujeitos ou mesmo que o exercem”. Esse poder atua menos pela coerção explícita e mais pela imposição de significados como legítimos, levando os dominados a perceberem a ordem estabelecida com as próprias categorias produzidas por essa ordem. Tal mecanismo é designado por Bourdieu como: