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Donald John Trump é um empresário, personalidade pública e o 45º presidente dos Estados Unidos. A esposa do presidente de um país recebe o título informal de “primeira dama”, que, atualmente, nos Estados Unidos, é representado por:
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Desde a morte prematura do Ministro Teori Zavascki em um acidente aéreo em janeiro de 2017, ocorrido em Paraty, Rio de Janeiro, uma vaga de Ministro no Supremo Tribunal Federal (STF) ficou em aberto. A dúvida sobre quem sucederia Teori chegou ao fim com a indicação de Alexandre de Moraes, ministro da Justiça do presidente Michel Temer, à vaga. Afinal, quem pode ser indicado para ministro do STF e como ocorre a indicação de acordo com a Constituição Federal?
A sequência de revoltas populares ocorridas em diferentes países contra regimes ditatoriais e em busca de melhorias sociais para a população teve início em 2010. A começar pela Tunísia, os governantes de nações como Egito, Líbia, Iêmen, Bahrein, Jordânia e Angola presenciaram levantes em suas cidades, da mesma forma como ocorreu na Síria (http://guiadoestudante.abril.com.br). Esse episódio é conhecido como:
Em abril de 2017, como desdobramento da delação premiada de executivos da empreiteira Odebrecht (a “delação do fim do mundo”), o ministro do STF – Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, autorizou a abertura de inquérito contra dezenas de figuras públicas dos mais altos escalões da República. Os pedidos de inquérito haviam sido formalmente entregues em março pelo Procurador-Geral, Rodrigo Janot, em um documento que ficou conhecido como a “lista de Janot”. Para se ter noção, a lista de Fachin traz oito ministros do governo Temer, 24 senadores,39 deputados federais e três governadores. Aparecem nos inquéritos autorizados por Fachin quatro ex-presidentes – Dilma, Lula, FHC e Collor (Folha de São Paulo, 2017). Desses, apenas Collor, hoje senador, será julgado no STF, já que os demais não possuem:
“O presidente americano, Barack Obama, anunciou que os Estados Unidos estudarão, junto a seus aliados na ONU, novas sanções contra a Coreia do Norte. O chefe de estado americano afirma que como membros do Conselho de Segurança da ONU e da comunidade internacional é preciso aplicar, rigorosamente, as medidas existentes impostas em resoluções precedentes e tomar medidas significativas suplementares, principalmente novas sanções, quando se fazem necessárias.”
(Disponível em: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/obama-diz-que-provocacao-da-coreia-do-norte-tera-consequencia-seria.html.)
O cerne dessa questão, que envolve não apenas EUA e Coreia do Norte, mas também outros países, é: