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A atuação no Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) tem como pilar o trabalho em equipe interdisciplinar. Essa dinâmica exige o estudo conjunto de casos e a construção coletiva do Plano de Acompanhamento Individual e/ou Familiar. Diante da necessidade de integrar as ações de proteção social, como a(o) psicóloga(o) deve manejar o sigilo profissional ao compartilhar informações no âmbito da equipe técnica?
No campo da Política Nacional de Assistência Social (PNAS) e da atuação do psicólogo em serviços socioassistenciais, o conceito de vulnerabilidade social constitui categoria analítica central para o planejamento de intervenções territorializadas.

Considerando os fundamentos teóricos e normativos que sustentam esse conceito, é correto afirmar que a vulnerabilidade social caracteriza-se como:
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No contexto das políticas públicas de saúde e assistência social, o trabalho em rede intersetorial constitui diretriz organizacional e ética central para a atuação do psicólogo em serviços públicos, sendo respaldado pelos princípios do Sistema Único de Saúde (SUS) e pelas orientações técnicas do Conselho Federal de Psicologia (CFP).

A operacionalização dessa rede intersetorial implica:
Na atuação conjunta do psicólogo e do assistente social na Proteção Social Básica, no Centro de Referência de Assistência Social, ou na Atenção Primária à Saúde, em uma unidade básica de saúde, a integralidade do cuidado depende da articulação entre a especificidade técnica de cada profissão e as ações colaborativas. Para o psicólogo que atua nesses dispositivos, é fundamental distinguir o que é próprio de sua área daquilo que deve ser construído em conjunto. Sob essa ótica, constitui uma atividade de caráter interprofissional, essencial para a dinâmica dessas equipes,
A Psicologia Sócio-Histórica fundamenta muitas das práticas no SUAS ao propor a crítica à naturalização da pobreza. Ao trabalhar com um grupo de mulheres em situação de vulnerabilidade que reproduzem discursos de autoculpabilização, a intervenção deve visar à transformação da consciência e à potência de ação. Sob a ótica dessa abordagem, o processo de mudança subjetiva ocorre fundamentalmente quando há