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O monitoramento da qualidade dos recursos hídricos é fundamental para garantir a segurança hídrica e subsidiar os instrumentos da Política Nacional de Recursos Hídricos. No entanto, as águas superficiais (como rios e lagos) e as águas subterrâneas (aquíferos) possuem dinâmicas de vulnerabilidade e parâmetros de contaminação distintos. Considerando as características hidrológicas e os processos de degradação desses dois ambientes, assinale a alternativa CORRETA.

Ao final de um dia de serviço na periferia do município, um operário presenciou um caminhão particular despejando entulho de construção e sacos de lixo na margem de um córrego que costuma transbordar no período de chuvas, em área onde crianças brincam com frequência. Com base no caso apresentado, assinale a alternativa correta:
O lançamento de esgoto sem tratamento em cursos de água gera diversos impactos graves e que podem ter consequências danosas. Diante do exposto, assinale a alternativa CORRETA:
Considere que um analista em engenharia ambiental e sanitária do MPGO realiza uma vistoria técnica na Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) de uma planta industrial. Durante a inspeção no ponto de descarte final, o analista constata a existência de uma tubulação auxiliar que capta água limpa de um poço artesiano e a injeta diretamente no canal de efluente tratado, poucos metros antes do ponto de amostragem. O responsável pela fábrica justifica que essa medida é adotada para garantir que as concentrações de poluentes fiquem abaixo dos limites máximos permitidos pela legislação para o descarte no rio. Diante dessa situação, o analista deve apontar em seu parecer técnico que o procedimento é irregular porque
A Política Municipal de Saneamento de Campestre da Serra (RS), regida pela Lei Municipal no 581/2009, estabelece diretrizes para o manejo de efluentes líquidos domésticos com o objetivo de proteger os recursos hídricos e o solo local. Conforme as determinações contidas no texto legal, a partir da publicação da referida lei, todas as unidades habitacionais residenciais a serem construídas no território municipal passaram a ter a obrigatoriedade de implantar um sistema individual de tratamento primário e disposição final de seus efluentes, sendo que esse sistema deve ser composto por: