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Leia o caso a seguir.

No encerramento do exercício financeiro, uma entidade do setor público apresentou as seguintes variações patrimoniais:

• benefícios previdenciários: R$ 80.000,00;
• contribuições sociais: R$ 90.000,00;
• desincorporação de passivos: R$ 15.000,00;
• desvalorização de ativos: R$ 30.000,00;
• incorporação de passivos: R$ 10.000,00;
• outras variações patrimoniais diminutivas: R$ 5.000,00;
• valorização de ativos: R$ 40.000,00;
• variações patrimoniais aumentativas financeiras (juros auferidos): R$ 25.000,00;
• variações patrimoniais diminutivas financeiras (juros incorridos): R$ 20.000,00.

O valor do resultado patrimonial do período é:
Leia o caso a seguir.

Em 31/12/2024, uma entidade do setor público possuía disponibilidade em caixa no valor de R$ 50.000,00, cujo uso estava judicialmente bloqueado, não podendo ser utilizado para pagamento de obrigações por período superior a 12 meses. Na mesma data, a entidade possuía uma obrigação financeira no valor de R$ 80.000,00, cujo contrato previa vencimento em 2027. Sabe-se que houve descumprimento de cláusulas contratuais e a entidade não tem direito incondicional de diferir a liquidação do passivo. 

A classificação correta do ativo e do passivo, respectivamente, é:
Em uma entidade do setor público, a direção dos diferentes setores é renovada a cada quatro anos, ocasião em que são adquiridos novos móveis para as respectivas salas.
Em 01/01/2026, um novo grupo assumiu e, na mesma data, foram adquiridos móveis por R$ 50.000,00, com frete de R$ 600,00, pago pela entidade.
Embora a vida útil econômica dos móveis seja estimada em 10 anos, a entidade espera utilizá-los por apenas quatro anos, em razão da substituição prevista na próxima mudança da direção. Além disso, foram gastos R$ 5.000,00 para retirar os móveis antigos, que foram doados a um projeto social.
Ao verificar a despesa de depreciação anual dos móveis adquiridos, um auditor constatou que era de 
Em 10/12/2023, uma entidade adquiriu um ativo imobilizado por R$ 200.000,00. O pagamento era previsto para 10/07/2027. De acordo com o contrato da compra, a entidade assumiu o compromisso de apresentar superávit nos meses subsequentes para manter a data de pagamento acordada. Caso a entidade apresentasse déficit, a obrigação se tornaria exigível em até 60 dias após a apuração do resultado negativo. Em 2024, a entidade manteve resultado positivo até novembro.
Em dezembro, apresentou déficit de R$ 20.000,00.
Em 10/01/2025, antes da autorização para emissão das demonstrações contábeis, o credor concordou em não exigir o pagamento antecipado decorrente do descumprimento do compromisso.
Nas demonstrações contábeis da entidade de 31/12/2024, a entidade manteve a obrigação classificada como passivo não circulante.
Com base na situação apresentada, um auditor pode concluir que o tratamento contábil aplicado pela entidade está
Um auditor recebeu, para auditoria, as demonstrações contábeis de uma entidade que, em 31/12/2024, reconheceu, no Balanço Patrimonial, provisão para contingências de R$ 80.000,00. O valor correspondia a duas causas judiciais cujo desfecho provável, de acordo com os advogados da entidade, era a perda, sendo a primeira de R$ 30.000,00, e a segunda, de R$ 50.000,00.
Em 2025, frente a novas evidências, os advogados da entidade avaliaram que a perda da primeira causa era possível, enquanto o valor provável de perda na segunda causa era de R$ 60.000,00.
Assinale a opção que indica o impacto das novas evidências no Resultado da entidade em 31/12/2025 e na Demonstração do Resultado comparativa de 31/12/2024, respectivamente.