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À luz da análise de Marilda Iamamoto no texto “Os desafios da profissão de Serviço Social no atual contexto de retrocessos das conquistas da classe trabalhadora” (CFESS, 2021, p. 16), assinale a alternativa que melhor apreende a direção social do projeto ético-político profissional e sua vinculação com estratégias de resistência e enfrentamento no cenário contemporâneo de regressão de direitos, ofensiva conservadora e aprofundamento da precarização das políticas sociais. 
A atuação do Orientador Social exige equilíbrio entre empatia, responsabilidade técnica e compromisso ético, preservando a imagem institucional e os direitos dos usuários. Nesse contexto, a postura institucional adequada exige:
A política de assistência social está diretamente vinculada à promoção e defesa dos direitos humanos, especialmente das populações em situação de vulnerabilidade. Dessa forma, a atuação do Orientador Social deve pautar-se:
No exercício de suas atribuições, o Orientador Social tem acesso a informações pessoais, familiares e sociais sensíveis, cuja divulgação indevida pode gerar prejuízos aos usuários. Nesse contexto, o sigilo profissional deve ser compreendido como:

Na contemporaneidade, a intervenção do/a assistente social na área da Previdência Social assume relevância estratégica diante das transformações do Estado e das políticas sociais. Esse campo de atuação exige do profissional não apenas o domínio técnico, mas também o compromisso ético-político com a defesa dos direitos sociais da população usuária. A prática se ancora nas bases ético-legais da profissão, especialmente na Lei de Regulamentação do Serviço Social (Lei nº 8.662/1993) e no Código de Ética Profissional do Assistente Social (1993), que orientam a ação para a universalização dos direitos, a justiça social, a equidade e a emancipação humana. Assim, a intervenção na Previdência não se reduz ao atendimento burocrático ou à aplicação mecânica de normas, mas deve ser compreendida como parte de um projeto profissional comprometido com a garantia de direitos e com a crítica às desigualdades estruturais.


Considerando essa perspectiva, os princípios que orientam a intervenção do assistente social na Previdência Social apontam para: