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Bravo & Matos (2009) destacam, no texto “Projeto ÉticoPolítico do Serviço Social e sua relação com a Reforma Sanitária: elementos para o debate”, o debate sobre o controle social na saúde e levantam considerações sobre a concepção dos Conselhos pelos assistentes sociais a partir de uma pesquisa e apontam duas tendências identificadas como o otimismo utópico e o pessimismo realista. Essas tendências desdobram-se em duas sub-tendências, do conselho como 
Iamamoto (BRASIL, 2012, p. 44) afirma que o projeto ético-político profissional é “fruto do protagonismo social dos agentes profissionais, vem sendo construído historicamente no embate entre distintos projetos sociais que se refratam no interior da categoria, redundando em diferenciadas perspectivas de leitura do significado social do Serviço Social, que incidem na condução e operacionalização do trabalho quotidiano”. Segunda a autora, um dos maiores desafios para efetivação desse projeto é torná-lo 
No documento “Parâmetros para Atuação de Assistentes Sociais na Política de Saúde” (BRASIL, 2010) destaca-se a relação entre o projeto ético-político e o de reforma sanitária. Os dois projetos são construídos 
Matos (2020) em seu texto “A pandemia do coronavírus (COVID19) e o trabalho de assistentes sociais na saúde”, inaugura um diálogo entre os/as assistentes sociais sobre sua prática profissional nesse contexto inédito e desafiador da pandemia e propõe um conjunto de estratégias para uma prática profissional que sustente seu posicionamento ético-político a despeito das (novas) dificuldades nos processos de trabalho. Algumas das estratégias trazidas no referido texto são:
Segundo Mioto (BRASIL, 2009, p. 500), “a orientação e o acompanhamento são ações socioeducativas realizadas por assistentes sociais alinhados ao atual projeto ético-político da profissão” e podem promover transformações sociais para indivíduos, grupos e famílias. São efeitos das ações socioeducativas: