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De acordo com Pestana (2013, p.418), “O pronome relativo é um elemento conector de caráter anafórico, isto é, refere-se a um termo antecedente explícito”. Sabendo disso, assinale, a seguir, a alternativa na qual o pronome relativo NÃO foi utilizado de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa. 
Assinale a alternativa em que a oração destacada segue as normas da língua padrão, como em "...uma sequência previsível de operações de memorização e reprodução cujo significado raramente é interrogado pelos próprios sujeitos do processo" (linhas 11-13).
Assinale a alternativa na qual a palavra “que” NÃO tenha sido empregada como pronome relativo.
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No que tange ao uso dos pronomes relativos, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas dos trechos a seguir, retirados do texto:

• “Há um modelo contemporâneo de pensador público ........ autoridade não se constrói pela capacidade de iluminar, mas pelo poder de encantar através da opacidade”.
• “É o intelectual oracular, figura cativa de debates acadêmicos e mesas-redondas, ........ ensaísmo opera prioritariamente por meio de um labirinto retórico sedutor”.
• “Uma postura ....... influência se baseia na máxima clareza metodológica”.

De acordo com Cunha e Cintra, os pronomes demonstrativos são empregados para lembrar a quem ouve ou a quem lê o que já foi mencionado ou o que se vai mencionar. É o que acontece em vários momentos do texto para se construir a coesão textual. A respeito disso, analise as sentenças a seguir:


I.No terceiro parágrafo, o pronome demonstrativo "esta", em "Esta solução depende do sucesso daquela", refere-se à "condenação do monstro". Já o pronome demonstrativo "aquela" tem como referente "a invenção do monstro". Desse modo, o autor do texto reforça o sentido gradativo da enumeração anterior, a qual consolida o projeto da elite burguesa: não basta estigmatizar pessoas indígenas e negras, é preciso condenar o monstro e, para isso, é preciso inventá-las como monstros, caçá-las e, então, condená-las.


II.No quarto parágrafo , o autor escreve: "[...] a elite burguesa e o Estado a seu serviço". Para construir a coesão e os sentidos pretendidos, ele lança mão do pronome "seu", acompanhando o substantivo "serviço". Nesse contexto, o sentido que o autor elabora é de que o Estado está a serviço da elite burguesa.


III.No quinto parágrafo, o autor usa o pronome demonstrativo "isso" duas vezes para estabelecer a coesão e evitar repetições desnecessárias. Na primeira ocorrência, claramente, compreende-se que o pronome refere-se a tudo que foi exposto ao longo do texto até ali, o que é reforçado pela expressão "até aqui". Já na segunda ocorrência, o pronome refere-se à "aprovação da redução da maioridade penal".


É correto o que se afirma em: