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Questões por página:

Leia as afirmativas a seguir:


I. A matricialidade sociofamiliar não se refere à centralidade da família como núcleo social fundamental para a efetividade de todas as ações e serviços da política de assistência social.

II. As famílias usuárias do CRAS têm direito a ter acesso ao registro dos seus dados, se assim o desejar.

III. As famílias usuárias do CRAS têm direito a ter seus encaminhamentos por escrito, identificados com o nome do profissional e seu registro no Conselho ou Ordem Profissional, de forma clara e legível.

IV. A assistência social compreende a família como um espaço não contraditório, livre de tensões, conflitos, desigualdades e violência.


Marque a alternativa CORRETA:

Leia as afirmativas a seguir:


I. O Plano Municipal de Assistência Social é uma ferramenta obrigatória de gestão da política de assistência social.

II. As famílias usuárias do CRAS têm direito a ter sua identidade e singularidade preservadas e sua história de vida respeitada.

III. As famílias usuárias do CRAS têm direito a dispor de locais adequados para seu atendimento, tendo o sigilo e sua integridade preservados.

IV. As famílias usuárias do CRAS têm direito de receber explicações sobre os serviços e seu atendimento de forma clara, simples e compreensível.


Marque a alternativa CORRETA:

Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) sobre a atuação crítica e competente do Serviço Social na área de saúde:


( ) estar articulado e sintonizado ao movimento sindical e aos partidos políticos que lutam pela real efetivação do SUS.
( ) efetivar assessoria aos movimentos sociais e/ou aos conselhos a fim de potencializar a participação dos sujeitos sociais.
( ) facilitar o acesso de todo e qualquer usuário aos serviços de saúde da rede de serviços e direitos sociais.
( ) assumir a liderança e o protagonismo nas ações de promoção da saúde, coordenando o trabalho dos demais profissionais.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é

Segundo Schraiber (2012):


“o campo da saúde desenvolveu, com primazia e acesso preferencial, aos homens, os serviços de saúde do trabalhador e de urgências/emergências clínico- cirúrgicas; e às mulheres, os que se voltaram a disciplinar o corpo sexual, a zelar pelo corpo reprodutivo e a educar quanto aos cuidados da família, como os de higiene e atenção pré-natal, os de desenvolvimento das crianças, como os de puericulturas, raízes ambos da atenção primária em saúde ou das unidades básicas do sistema. Assim, mesmo quando preocupados com cuidados preventivos para os homens, os profissionais apelam às mulheres e quando há homens em serviços de atenção primária, parece-lhes que devem ser atendidos com maior urgência, pois teriam que voltar ao trabalho, ou estranham que possam cuidar de seus filhos, que tenham sofrimentos mentais ou que queiram acompanhar o pré-natal e partos de suas parceiras.”
Em seu esforço teórico, a autora busca denunciar, na provisão dos serviços de saúde, as desigualdades de

NÃO é uma etapa essencial do processo de monitoramento das políticas públicas de atenção à saúde,