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Durante muitos anos houve uma controvérsia sobre se o autismo era um transtorno separado ou apenas um caso de esquizofrenia na infância. No entanto, atualmente, concorda-se que, em geral, o autismo infantil e a esquizofrenia na infância são transtornos separados. Dadas as afirmativas sobre uma variedade de fatores que distinguem o autismo infantil da esquizofrenia na infância,
I. As crianças com autismo raramente têm uma história familiar de esquizofrenia, mas as pessoas com esquizofrenia frequentemente têm uma história familiar dessa doença.
II. As crianças com autismo frequentemente apresentam uma falta de desenvolvimento intelectual, mas esse não é o caso de crianças que sofrem de esquizofrenia.
III. As crianças com autismo têm fala limitada, enquanto as crianças com esquizofrenia têm habilidade de fala normal.
IV. O autismo fica aparente quase ao nascimento, enquanto a esquizofrenia desenvolve-se posteriormente.
verifica-se que está(ão) correta(s)
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Segundo Alda Britto da Motta (In: Minayo e Coimbra,2011), a modernidade capitalista construiu uma visão segmentar das idades: periodiza as gerações, constrói e ‘desconstrói’ idades. No caso da velhice, afirma-se constatar que
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A partir das considerações de Uchôa e colaboradores (In: Minayo e Coimbra,2011), é correto afirmar que os programas voltados para os idosos devem
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Em termos de visão de si, Alda Britto da Motta (In: Minayo e Coimbra,2011) destaca que o idoso
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Questão Anulada
Várias são as contribuições da psicanálise para a compreensão dos padrões desadaptativos de personalidade dos adolescentes. Nesse contexto, um autor salientou-se por suas contribuições no estudo da identidade. Sua teoria partiu da reformulação do modelo de desenvolvimento psicossocial proposto por Erikson. Propôs uma teoria com base em uma dupla polaridade: de um lado, colocou processos relacionais (apego e vinculação) e, de outro, a definição pessoal (identidade e separação). Para esse autor, a identidade surge na dialética entre a autodefinição (self percebido como separado) e a vinculação (self experienciado no relacionamento com os objetos). Os processos de vinculação e separação não seriam paralelos, mas complementares, oportunizando que, no decorrer da vida, o sujeito venha a adquirir capacidade de vinculação e de um sentido de self individualizado.
O texto acima refere-se às contribuições de