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Em contexto hospitalar, a intervenção do psicólogo tem sido uma constante na equipe de saúde, visando ao bem-estar do paciente por intermédio da minimização dolorosa. Independentemente do mecanismo de uma doença, o manejo da dor de um paciente está sujeito

Leia o relato que segue.



G. perdeu a mãe aos onze meses de idade em um acidente automobilístico. Na ocasião, seu pai ficou tão abalado que não saiu do quarto por vários dias e não conseguiu atender às necessidades básicas do filho que era deixado sozinho no berço chorando por horas. Por essa razão, a família achou melhor que G. se mudasse para a casa da avó materna em outra cidade. Um tempo depois da mudança, G. passou a apresentar insônia e irritabilidade, com crises frequentes de birra e choro persistente. Em uma dessas crises, G. teve dificuldade de respirar, dificuldade que persistiu mesmo após cessar o choro. Sua avó achou prudente levá-lo ao hospital onde foi socorrido e, após diversos exames, diagnosticado com asma. Hoje, G. tem treze anos e já retornou para a casa do pai, com quem mantém uma relação muito conturbada. Ainda apresenta ataques de asma que podem surgir inesperadamente, mas são mais frequentes na época das avaliações escolares. Ele faz acompanhamento médico regular para a enfermidade.



Segundo Simonetti (2004), a psicologia hospitalar trata da identificação e do manejo dos aspectos psicológicos envolvidos no adoecimento, independentemente da posição que eles ocupam no processo. Em situações como a descrita no relato, os aspectos psicológicos estão funcionando como

Leia o caso a seguir.



H., de trinta e cinco anos, deu entrada no setor de emergência inconsciente. Depois do almoço, havia reclamado de dor epigástrica e, em seguida, teve crise convulsiva, aparentemente tônico-clônica generalizada, com queda ao solo e traumatismo craniano. Chegou ao hospital em estado de coma, trazida por seus familiares, que relataram bastante angustiados que H. teve convulsões.



Nessa situação, cabe ao psicólogo:

É importante que a equipe de saúde compreenda o desenvolvimento infantil para uma conduta assertiva dos profissionais. Segundo Bibace e Walsh (1979), apud Araújo e Queiroz (2015), para o atendimento de uma criança de cinco anos de idade, demonstram ser bem-sucedidas as estratégias que:
O adoecimento e a hospitalização representam uma ruptura no plano de vida da pessoa adoecida, promovendo um sentimento de perda de controle que tem consequências negativas físicas e emocionais. A psicologia da saúde intervém nesse sentimento por meio de várias técnicas. Para possibilitar o aumento do controle cognitivo, o psicólogo da saúde pode fazer uso de