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No Brasil, a Psicologia da Saúde foi desenvolvida inicialmente no contexto hospitalar, sendo que apenas a partir da década de 90, a mesma ampliou seu âmbito de atuação, realizando estudos e intervenções em outros contextos, nos quais se trabalhava com a saúde dos indivíduos e comunidades, como Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Programas de Saúde da Família (PSF's). Essa origem ainda hoje marca a Psicologia da Saúde, levando inclusive a certa confusão entre essas duas áreas da Psicologia - Psicologia Hospitalar e Psicologia da Saúde (Teixeira, 2004). A Psicologia Hospitalar é uma subárea da Psicologia da Saúde, com necessidade de uma intervenção precisa e adequada em um ambiente acostumado a raciocinar com base em evidências, dada a predominância do modelo biomédico neste contexto. Porém, Psicologia da Saúde é um termo com sentido mais ampla, pois abrange também a atenção em saúde nos níveis _____________________. (Gorayeb, 2010; Almeida & Malagris, 2011).
(Revista de Psicologia da IMED, Jan.-Jun, 2014, v. 6, n. 1, p. 4-9) - (Adaptado)

Marque a alternativa com a expressão coerente para completar o enunciado:

A Psicologia da Saúde é muito importante para dar suporte emocional em aspectos patológicos do ser humano, podendo-se referenciar os "Aspectos Emocionais do Paciente Crítico", considerando-se que a admissão a uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) é uma situação de estresse na vida de uma criança previamente hígida, tal como a exacerbação de uma doença já em curso, em outra previamente submetida aos traumas de uma hospitalização. A Equipe hospitalar multiprofissional frente à doença da criança, visto que, invariavelmente, tal situação levará ao sofrimento emocional, com uma série de reações, que podem persistir por semanas e até meses após a alta. (Adaptado)


(Dr. Paulo Roberto A. Carvalho, Dra.Regina B. Palma, Dra. Leonice T. Tobias - Médicos Pediatras Intensivistas. In: (PIVA, Jefferson Pedro & al. MEDSI.Terapia Intensiva em Pediatria. 3ª Ed. Rio de Janeiro. Cap. 33. p. 681 a 687.)



Prevendo-se que a reação da criança à hospitalização vai depender de muitos fatores, marque a alternativa que não se deve relacionar ao contexto em análise, portanto, está incorreta.

É notório que mesmo com os avanços e as mudanças ocorridas ao longo da história ainda ocorrem dúvidas e certos estigmas a respeito dos cuidados paliativos. Existem aspectos que extrapolam o trabalho com a morte em si, envolvem um atendimento humanizado, a valorização da vida, o paciente e sua família, além da equipe interdisciplinar, buscando melhorar a qualidade dos envolvidos e ressaltar a necessidade de controlar e avaliar, além da dor, os demais sintomas físicos, sociais, emocionais e espirituais. Por essa perspectiva atrelar as práticas profissionais à humanização é um desafio constante para os psicólogos hospitalares. Sobre o papel do psicólogo hospitalar nos cuidados paliativos, analise as afirmativas a seguir.



I. No momento da morte, as ações são para proporcionar a expressão de sentimentos; angústias; emoções; e, vivência em fase de luto.


II. Olhar o paciente como um sujeito singular e não um prisioneiro da doença, salvo quando seja uma incapacidade crônica e limitante, que, de fato, impossibilita o resgate ou a manutenção da dignidade.


III. Mediar comunicações, realizar orientações, suporte psicológico e emocional para o doente e sua família, além de toda a equipe, na busca de reduzir o desgaste emocional e profissional dos envolvidos.


IV. A fala é o recurso mais importante disposto, contribuir para que se sintam amparados, acolhidos e compreendidos ao realizar intervenções que poderão ocorrer em momentos distintos dos cuidados paliativos.


V. Ajudar no momento de perda e dores intensas, para que o sujeito encontre razões para existir dentro de si, dando sentido, além de um corpo doente, à existência da sua subjetividade que permanecerá no coração daqueles que os ama.



Está correto o que se afirma apenas em

“No âmbito da psicologia hospitalar, um dos desafios encontrados está em desenvolver técnicas de intervenção psicológica que cumpram as demandas especializadas de ambientes hospitalares diversificados. A ___________________ é amplamente utilizada em instituições de saúde, onde muitos pacientes comprometidos desenvolvem psicopatologias ou algum estado emocional mais grave, exigindo dos profissionais mais preparo teórico e técnico. É uma psicoterapia que teve fundamentos em elementos vindos de escolas como psicanalítica; comportamental; cognitiva; educacional; e, sistêmica. Os seus principais objetivos são: promover relação terapêutica positiva e de amparo; fortalecer aspectos saudáveis, habilidades e capacidades dos pacientes; diminuir o incômodo subjetivo e os sintomas; orientar com relação à independência e autonomia quando estiverem fragilizados ou em casos psiquiátricos.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

Existe uma incidência significativa de fatores de risco que desencadeiam sintomas que podem causar algum transtorno psiquiátrico durante a gestação, o parto e o período puerpério das mulheres. Em detrimento a esses fatores, o psicólogo hospitalar deve possuir conhecimentos mais específicos e adaptados para intervenções hospitalares, além de noções que envolvam aspectos físicos e doenças que podem acometer pacientes durante tais períodos. Esses conhecimentos contribuem para o exercício da profissão e para a prevenção de inúmeras alterações psiquiátricas, auxiliando na percepção e aceitação das mulheres diante de mudanças físicas, hormonais e emocionais, além de um olhar integral e humanizado. Considerando os aspectos do ciclo gravídico-puerperal e da vida em geral da paciente, são consideradas atribuições do psicólogo hospitalar:



I. Apresentar um conhecimento superficial das fases gestacionais e acompanhar de forma simplificada as alterações emocionais que acontecem, intervindo e orientando devidamente a gestante.


II. Intervir psicologicamente no parto, através de técnicas como dessensibilização sistemática e psicoterapia breve, que possam contribuir para a diminuição, bem como o controle da ansiedade das gestantes.


III. Manter o foco do atendimento na paciente e sua reorganização psíquica no período do puerpério, deixando em segundo plano a rede de apoio social, avaliando, assim, o vínculo do nascimento do filho de maneira mais objetiva.


IV. Atentar-se para as diversas condições de risco envolvendo fatores orgânicos, sociais, psicológicos, culturais e econômicos que sejam prejudiciais na evolução de uma gestação, atuando de maneira preventiva, tentando diminuir tais riscos gestacionais.



Está correto o que se afirma apenas em