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De acordo com Moretto (2016), no capítulo “Dispositivos clínicos de atenção, acolhimento e atendimento psicológico nas instituições de saúde” que se encontra no livro Desafios Atuais das práticas em Hospitais e nas Instituições de Saúde, organizado por Kamers, Marcon e Moretto, o psicólogo clínico considera essencial
De acordo com as recomendações e orientações em saúde mental e atenção psicossocial na COVID-19, diante da identificação de indicadores que apontam para um risco moderado ou alto de autoextermínio, a atuação do psicólogo deve articular intervenções clínicas específicas com medidas institucionais de biossegurança.
Considerando as diretrizes de manejo e as ações emergenciais preconizadas no texto para mitigar esse risco no ambiente de internação, cabe ao profissional de Psicologia:
Moretto e Priszkulnik (2014), ao discutirem a prática da Psicanálise em extensão no contexto das Instituições de Saúde, propõem uma distinção teórica e clínica entre os conceitos de "entrada contratual" e "inserção" do profissional na equipe de assistência. A partir do dispositivo conceitual e do esquema analítico formulados pelas autoras, o processo que culmina na inserção propriamente dita do psicanalista em uma equipe de saúde é determinado pelo(a):
Uma rede municipal de ensino contrata psicólogos para atuar junto às escolas e recebe, no primeiro semestre, dezenas de encaminhamentos de estudantes feitos por professores em razão de baixo rendimento. Acerca dessa demanda, analise as afirmativas a seguir:

I.A perspectiva crítica desloca a análise do fracasso escolar do indivíduo para as relações produzidas no cotidiano da instituição de ensino.
II.A atuação do psicólogo na escola inclui a participação no projeto pedagógico e a problematização das práticas de avaliação e de encaminhamento.
III.A queixa escolar formulada pelo professor delimita o objeto do trabalho psicológico, que se organiza em torno da avaliação do estudante indicado.

Está correto o que se afirma em: 
Em uma enfermaria oncológica pediátrica, um adolescente de 16 anos apresenta progressão irreversível da doença, refratária ao tratamento curativo. Embora a equipe médica reconheça a terminalidade, alguns profissionais evitam conversar diretamente sobre piora clínica, passam a reduzir o tempo das visitas ao quarto e frequentemente utilizam expressões vagas como “vamos continuar tentando”. A mãe insiste que o filho “não pode perder a esperança”, enquanto o adolescente passou a perguntar à psicóloga hospitalar se “as pessoas percebem quando não vai dar mais”. Em reunião interdisciplinar, parte da equipe defende evitar conversas sobre morte para “não destruir emocionalmente” o paciente e a família.

Com base na literatura sobre morte no contexto hospitalar, é correto afirmar que