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O termo “distúrbios do neurodesenvolvimento” é uma denominação mais adequada para os distúrbios do desenvolvimento. Os distúrbios do neurodesenvolvimento são comprometimentos neurológicos que podem interferir com a aquisição, retenção, ou aplicação de habilidades ou conjuntos de informações específicos. “Eles podem envolver disfunção da atenção, da memória, da percepção, da linguagem, da solução de problemas ou da interação social.” (Stephen Brian Sulkes)
Qual das condições abaixo não é considerada como um distúrbio do Neurodesenvolvimento. 
Ao longo dos últimos séculos, ao se tratar dos transtornos da personalidade, a psicopatologia os nomeava de diferentes maneiras, tais como insanidade moral, monomania moral, neurose de caráter, caracteropatia, psicopatia, até chegar em como conhecemos atualmente. Algumas características relacionadas aos transtornos de personalidade podem ser consideradas.
I. O psicopatólogo alemão, Kurt Schneider estudou os transtornos de personalidade, concebendo as personalidades anormais tanto no sentido negativo (com muitas dificuldades e problemas pessoais e interpessoais) como no sentido positivo, ou seja, pessoas muito criativas, sagazes e produtivas. A partir desta perspectiva, entende-se que nem todas as personalidades anormais seriam indicativas de psicopatologia.
II. Os transtornos de personalidade são condições, de modo geral, relacionadas diretamente a lesão cerebral evidente, seja inata ou adquirida, também conhecidas como transtornos neuropsicológicos orgânicos.
III. Segundo as classificações atuais de transtornos mentais, a Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-11) e o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5), os transtornos de personalidades geralmente começam a surgir no final da infância e adolescência, e no início do período adulto, costumam estar claramente configurados, apresentando como tendência, a duração e permanência ao longo da vida do sujeito.
IV. O transtorno de personalidade leva a diferentes graus de sofrimento, afetando exclusivamente o paciente e os aspectos pessoais de sua vida (solidão, sensação de fracasso pessoal, dificuldades nos relacionamentos, dor psíquica).
V. O padrão anormal de experiências internas e comportamentos exclui muitos aspectos do psiquismo e da vida psíquica e social do indivíduo, sendo restrito a apenas um tipo de reação ou a uma área circunscrita do psiquismo; ele se limita a uma relação pessoal ou a uma situação específica e única.
De acordo com as assertivas acima, as informações que foram verdadeiramente apresentadas encontram-se nas assertivas:
Um dos mecanismos de defesa na psicose que significa rejeição de representações inconscientes e que envolve a colocação de pensamentos incômodos em áreas relativamente inacessíveis da mente inconsciente é a:
Os transtornos mentais relacionados à gestação e parto podem ser classificados em:
I- Tristeza materna, blues puerperal ou baby blues: É definido como estado depressivo mais brando, transitório, que aparece em geral no terceiro dia do pós-parto e tem duração aproximada de duas semanas. Caracteriza-se por fragilidade, hiperemotividade, alterações do humor, falta de confiança em si própria, sentimentos de incapacidade. A equipe deve fornecer apoio à mulher e monitorar a evolução do quadro;
II- Depressão puerperal: os sintomas associados incluem perturbação do apetite, do sono, decréscimo de energia, sentimento de desvalia ou culpa excessiva, pensamentos recorrentes de morte e ideação suicida, sentimento de inadequação e rejeição ao bebê, humor deprimido, redução da autoconfiança e auto-estima, pessimismo, ansiedade e choro fácil, necessitando de abordagem multiprofissional e interconsulta com psiquiatra e/ou psicólogo;
III- Psicose pós-parto: manifestação mais rara, ocorre entre 1,1 e 4 puérperas para cada 1.000 nascimentos. O início é abrupto e os sintomas surgem até 2 ou 3 semanas pós-parto, ou seja, quando já se encontra fora da maternidade.
Dos itens acima:
Leia o trecho a seguir:
Esta é uma forma especial de norma social, definida por uma categoria especial de pessoas. Como as normas sociais, também estas estão sujeitas a certa dose de arbitrariedade. Os atuais sistemas de classificação (DSM-V e CID-10) são formas especiais desta norma que têm por fim reduzir os perigos de arbitrariedade.
A descrição acima corresponde a: