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Considere uma jovem de 24 anos de idade, admitida no pronto-socorro após ter ingerido propositalmente grande quantidade de medicamentos. Após a estabilização clínica e melhora do nível de consciência, a paciente conta que fez uso dos medicamentos impulsivamente após uma discussão com sua mãe. Refere que se acha gorda e repulsiva, que “odeia” suas formas corporais, e que há três anos vem tentando perder peso, mas que, depois de um dia restringindo de forma rigorosa a alimentação, acaba perdendo o controle e come “tudo o que vê pela frente”. Além disso, relata que apresenta esses episódios quase diariamente e que, em seguida, provoca vômitos e se corta com lâmina de barbear em região de punhos, coxas e abdome. Também tem feito uso de laxantes e diuréticos, com o objetivo de “desinchar” e compensar os episódios compulsivos. Apresenta peso atual de 72 kg (altura: 1,65 m). Queixa-se de uma sensação de vazio, de longa data, e diz que os vômitos e as autoagressões também ajudam a aliviar a sua “dor psicológica”, através do desconforto físico. A paciente, no momento, nega ideação suicida e relata que já buscou atendimento psicológico, mas que frequentou sem regularidade e abandonou há um ano.

O transtorno alimentar apresentado nesse caso e o provável transtorno de personalidade comórbido são, respectivamente

Caso clínico: Berenice, 35 anos, casada, procura atendimento médico, pois há mais de 10 meses sente desânimo, ausência de satisfação nas atividades de que antes gostava, dificuldade para trabalhar e para iniciar o sono, pensamentos negativos predominantes, frequente tristeza e diminuição do apetite. Sugere que os sintomas se iniciaram quando foi rebaixada de cargo e salário. Nega uso de qualquer medicação.


Assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável.

Caso clínico: Penélope é uma jovem de 24 anos que procura o psiquiatra queixando-se de instabilidade emocional e afetiva, desde os 10 anos de idade. Tem dificuldade de estabelecer relacionamentos sólidos e envolve-se em brigas com seus familiares constantemente. “Na mesma hora em que amo alguém, sou capaz de odiá-lo em poucos segundos, com a mesma intensidade.” Possui várias tatuagens e piercings e afirma que se arrepende de ter feito a maioria deles. “Sou muito impulsiva, se tenho uma vontade, nada me segura.” Devido à sua impulsividade e atitude sedutora, já tem 2 filhos de pais diferentes, com os quais não conseguiu se relacionar por mais de 2 meses. Refere sensação de vazio crônico e, muitas vezes, sente culpa e raiva tão grandes de si mesma que só alivia quando se corta.


Nesse caso, a hipótese diagnóstica mais provável é:

Caso clínico: Francisco, 40 anos, é um pai de família exemplar, trabalhador, amado pela esposa e filhas. Sempre foi um homem correto e ético. Há aproximadamente 1 ano, após dificuldades financeiras e doença grave da filha mais nova, começou a apresentar rituais compulsivos. Começou lavando as mãos excessivamente e conferindo exageradamente as trancas da porta de casa. Hoje praticamente não consegue sair de casa, afastou-se do serviço e fica trancafiado em seu quarto, envolvido em estranhos rituais religiosos durante a maior parte do dia. A esposa, extremamente preocupada, relata que o marido apresenta rebaixamento do humor e, às vezes, fala em suicídio.


Com relação à conduta frente ao quadro descrito, assinale a alternativa CORRETA. 

Caso clínico: Wellington, 23 anos, atendente dos Correios, chega à UBS queixando-se de tensão diária, alerta constante, insônia e choro fácil há aproximadamente 2 meses. Desde que foi abordado por um assaltante armado no serviço, vem apresentando crises diárias de taquipneia, sudorese intensa, medo e angústia, sempre que lembra do ocorrido. Tenta evitar tais lembranças, mas não consegue afastá-las de sua consciência. Apresenta, ainda, redução do apetite, desânimo e dificuldade de concentração.
De acordo com o caso clínico descrito, pode-se afirmar que o paciente apresenta