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Assinale a alternativa que apresenta o tratamento padrão-ouro para o Transtorno de Personalidade Borderline (TPB): 
Mulher de 32 anos, com diagnóstico de transtorno de pânico, apresenta episódios paroxísticos de ansiedade intensa, manifestados por taquicardia, parestesia, sudorese e sensação de morte iminente. Afirma estar sempre preocupada com a possibilidade de manifestar novos episódios e evita locais onde eles já ocorreram. Foi encaminhada para psicoterapia, como parte do tratamento.
A abordagem psicoterapêutica que apresenta maior nível de evidência para o transtorno de pânico é
Um médico de 58 anos atende pela primeira vez um paciente de 23 anos, usuário abusivo de álcool, que foi encaminhado após episódio de intoxicação aguda. Durante a entrevista, o paciente torna-se hostil, quando o médico tenta investigar o padrão de consumo de álcool, dizendo: “Você está igualzinho ao meu pai, sempre brigando comigo por causa disso.”. A partir desse momento, o paciente passa a responder com a mesma irritação e ressentimento que descreveu sentir nas discussões com o pai. 
O fenômeno psicodinâmico descrito é denominado  
Homem de 56 anos, hipertenso, tabagista há 40 anos (cerca de 20 cigarros por dia), comparece à Unidade de Atenção Primária em Saúde para renovar a receita do anti-hipertensivo. Ao ser questionado sobre o tabagismo, diz que sabe que deveria parar, pois seu pai teve enfisema pulmonar, mas que lida como muito estresse no trabalho e ainda não consegue interromper o hábito. Ele não considera parar de fumar no próximo mês, mas também não descarta a ideia no futuro.
Com base nos princípios da entrevista motivacional, a abordagem mais adequada, nesse momento, é 
Mulher de 23 anos procura atendimento psiquiátrico após múltiplos episódios de autolesão não suicida (cortes superficiais em antebraços), ao longo dos últimos 4 anos, geralmente precedidos por pequenos conflitos interpessoais. Relata que, diante desses conflitos, era inundada por medo de abandono e sentimento de vazio. Reconhece padrão de relacionamentos afetivos intensos e instáveis, alternando entre momentos de idealização e desvalorização do parceiro. Após investigação clínica, o diagnóstico de transtorno de personalidade borderline é confirmado.
Considerando as evidências científicas disponíveis, a seguinte modalidade de psicoterapia está indicada para essa paciente, com foco na redução das autolesões não suicidas: