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Uma mulher de 22 anos é atendida no setor de emergência depois de cortar superficialmente ambos
os punhos. Explicou que fez isso porque estava chateada com o namorado que havia rompido
relacionamento de três semanas. Quando questionada sobre outros relacionamentos, diz que teve
diversos parceiros sexuais, tanto homens como mulheres, mas que nenhum durou mais do que
algumas semanas. O tipo de psicoterapia para o qual ela apresenta maior chance de resposta é a
Concurso:
Prefeitura de Altos - PI
Disciplina:
Psiquiatria
Sobre as psicoterapias aplicadas à infância e
adolescência, assinale a alternativa CORRETA.
Concurso:
HCFMUSP
Disciplina:
Psiquiatria
Homem, 45 anos de idade, em consulta em uma unidade
básica de saúde, refere indisposição de início gradativo,
redução do ânimo e da energia há 4 meses. Nesse período
tem comido mais, principalmente carboidratos. Tem estado
um pouco mais irritado e tem sentido menos prazer no bate-papo com os amigos. A investigação clínica não identificou
outros sintomas físicos ou mentais. Não apresenta alterações
ao exame físico. O paciente acredita que seu caso seja falta
de exercício e que, se voltar a correr com seus amigos 4 vezes
por semana, como fazia até há um ano, vai melhorar.
Comparece à consulta porque seu chefe disse que ele deveria
procurar tratamento. Diz não acreditar em psicoterapia e não
gosta da ideia de tomar antidepressivos. Além de agendar
uma consulta para 4 a 6 semanas, a conduta imediata seria:
Concurso:
HCFMUSP
Disciplina:
Psiquiatria
Paciente do sexo masculino, 16 anos de idade, é trazido pelos
pais à consulta devido a uso excessivo de jogos online
(MMORPGs - Massively Multiplayer Online Role-Playing
Game), com duração diária superior a 10 horas, inclusive
durante a madrugada. Relatam importante prejuízo
acadêmico, isolamento social progressivo, agressividade
quando confrontado e recusa em participar de atividades
offline. O paciente admite dificuldade de controle sobre o
tempo de jogo, mesmo com tentativas prévias de limitação.
Durante a avaliação, observa-se humor deprimido, anedonia,
hipersonia, sentimentos de inutilidade e irritabilidade
persistente há pelo menos dois meses. Não há história de uso
de substâncias, sintomas psicóticos ou transtornos do
neurodesenvolvimento. O paciente aceita iniciar
acompanhamento, mas demonstra resistência à redução
imediata do tempo de jogo. Os pais mostram-se dispostos a
participar do tratamento. Com base nas evidências mais
recentes, qual é a estratégia terapêutica inicial mais adequada
para esse caso?
Concurso:
HCFMUSP
Disciplina:
Psiquiatria
Adolescente, 17 anos de idade, está concluindo um ano de
tratamento intensivo em Terapia Comportamental Dialética
para Adolescentes (DBT-A) para autolesão não suicida (ANS)
repetitiva, com melhora significativa na regulação emocional e
cessação da ANS nos últimos 4 meses. Ela não preenche
critérios para o diagnóstico de Transtorno de Personalidade
(geral ou específico), mas apresenta traços marcantes de
baixa autoestima, sensibilidade à rejeição e perfeccionismo.
Os pais, aliviados com a melhora, perguntam sobre o
prognóstico a longo prazo e a necessidade de
acompanhamento futuro, expressando a esperança de que
“essa fase difícil tenha passado para sempre”. Com base nos
achados dos principais estudos longitudinais da área, qual
orientação em relação ao prognóstico e ao planejamento
terapêutico seria a mais precisa, ética e clinicamente
informada?