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Mulher de 57 anos com histórico de transtorno psiquiátrico (bem controlado com tratamento) e infecções urinárias recorrentes é levada ao departamento de emergência após ser encontrada inconsciente. O eletrocardiograma (ECG) inicial não mostra ondas P; os complexos QRS ou ondas T são identificáveis, com uma frequência de cerca de 350/minuto, sendo desfibrilada com sucesso. Ela foi tratada adequadamente e estabilizada. No dia seguinte, foi realizado novo ECG, apresentado a seguir:


Assinale a substância psicoativa que traz mais prejuízos ao crescimento fetal e à placenta.
Mariana, 17 anos de idade, está em tratamento há 6 meses, com diagnóstico de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), preenchendo 7 dos 9 critérios do DSM-5. Ela participa de um tratamento especializado em psicoterapia (Terapia Comportamental Dialética -DBT), porém com aderência irregular e baixo aproveitamento. A psicoterapeuta relata que Mariana apresenta extrema dificuldade em focar nas sessões, seguir as tarefas de casa e generalizar o uso das habilidades aprendidas, atribuindo o insucesso a uma “falta de atenção e organização que a impede de aprender”. A paciente tem histórico de longa data de dificuldades escolares, com múltiplos relatórios mencionando “desatenção e inquietude” desde a infância, e um diagnóstico prévio de Transtorno Oposição Desafiante (TOD). Não há uso de substâncias psicoativas ou sinais de mania e hipomania no histórico da paciente. Diante do impasse terapêutico, qual é o plano de manejo mais adequado para o caso? 
Sobre os transtornos de personalidade, assinale a alternativa correta.
Juliana, 17 anos de idade, está em Terapia Comportamental Dialética para Adolescentes (DBT-A), há 2 meses, para tratar um quadro de Transtorno de Personalidade Borderline (TPB). Apesar da boa adesão terapêutica, os sintomas permanecem intensos. Ela relata flutuações de humor rápidas e intensas ao longo do dia, descrevendo-se como “no fundo do poço” em um momento e “paralisada” pela ansiedade horas depois. Esses estados emocionais são frequentemente acompanhados por episódios de raiva que ela sente como incontroláveis, resultando em conflitos interpessoais graves que prejudicam seu convívio social. Além disso, quando se sente mais pressionada, Juliana desenvolve uma desconfiança intensa, chegando a ter pensamentos recorrentes de que está sendo secretamente observada e que seus colegas de trabalho conspiram ativamente contra ela, embora, com esforço, consiga manter um distanciamento crítico dessas ideias. Diante da persistência e da gravidade desses sintomas, seu psiquiatra avalia a introdução de um tratamento farmacológico adjuvante. Considerando o cenário clínico e as evidências atuais sobre a psicofarmacologia no TPB, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada.