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Os critérios diagnósticos atuais para a Doença de Alzheimer enfatizam a detecção de biomarcadores biológicos como elemento central para o diagnóstico, mesmo em fases pré-clínicas.
Os biomarcadores considerados centrais (core) para o diagnóstico biológico da DA são: 
Paciente de 80 anos, internado por pneumonia, apresenta início súbito de desorientação, agitação e alteração do nível de consciência nos últimos 2 dias. A família relata que o paciente era cognitivamente normal antes da internação.
O principal elemento que distingue esse quadro de uma demência, entre as opções a seguir, é 
Paciente de 78 anos com Doença de Alzheimer em estágio moderado é trazido pela filha. A cuidadora relata que, ao entardecer, o paciente fica mais agitado, confuso, grita por familiares que já faleceram e tenta sair de casa. Esses episódios são menos frequentes durante a manhã.
O termo técnico que descreve esse fenômeno é 
Homem, 76 anos, é trazido pela esposa, que está preocupada com a saúde dele. Há aproximadamente 2 anos, ela notou que o sono dele se tornou agitado: ele grita e “briga” durante o sono, chegando a atingi-la por acidente, durante sonhos que ele descreve como vívidos e violentos. Por essa razão, passaram a dormir em quartos separados.
Nos últimos 8 meses, tem apresentado episódios de confusão mental alternados com períodos de lucidez, ao longo do mesmo dia. Com frequência, o paciente relata ver “crianças brincando no quintal” e “um homem sentado na poltrona da sala”. Sua esposa nega que sejam reais. Em alguns momentos, ele reconhece que talvez não sejam reais.
Ao exame físico, há rigidez em roda denteada e bradicinesia leve a moderada, bilaterais e relativamente simétricas, sem tremor de repouso evidente. A esposa refere que há cerca de um mês, em outra unidade de saúde, foi iniciado haloperidol em baixa dose para as alucinações. Houve, contudo, piora acentuada da rigidez, sonolência e um episódio de rebaixamento do nível de consciência associado à febre, levando à suspensão imediata do fármaco.
Assinale a opção que apresenta o diagnóstico mais provável e a conduta mais adequada para manejo dos sintomas psicóticos.
Paciente do sexo feminino, 68 anos, com histórico de diabetes mellitus tipo 2 há 15 anos e hipertensão arterial sistêmica, procura atendimento psiquiátrico encaminhada pela endocrinologista. Refere que, há aproximadamente 8 meses, tem apresentado preocupação excessiva com a saúde dos filhos, com necessidade de fazer várias ligações telefônicas ao longo do dia para "ver se estão bem". Queixa-se de "nervos à flor da pele", irritabilidade, insônia e dores musculares difusas. Durante a consulta, menciona também sensação de formigamento e queimação nos pés, com início há cerca de 3 anos e piora progressiva.
Considerando as comorbidades e o quadro clínico, a melhor abordagem farmacológica é