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Paciente do sexo masculino, 74 anos, médico aposentado, foi levado à consulta pela esposa devido a dificuldades cognitivas e de comportamento nos últimos dois anos. Inicialmente, apresentava dificuldade para organizar tarefas habituais, como administrar contas e utilizar aparelhos eletrônicos, além de episódios em que permanecia "desligado", com redução importante da atenção por alguns minutos, retornando espontaneamente ao estado habitual. A esposa relata que, em alguns dias, o paciente conseguia conversar normalmente e realizar atividades domésticas simples, enquanto em outros permanecia confuso durante grande parte do dia. Há aproximadamente um ano, passou a apresentar alucinações visuais bem formadas, referindo a presença de pessoas desconhecidas dentro de casa, descrevendo-as com riqueza de detalhes. Também apresenta episódios frequentes de falar, gritar e realizar movimentos bruscos durante o sono, parecendo lutas e chutes, inclusive já tendo atingido a esposa diversas vezes durante a noite. Concomitante a esse quadro, tem apresentado lentificação dos movimentos e dificuldade para iniciar a marcha, relatando que os pés ficam presos no chão. Ao exame neurológico, encontrava-se alerta, porém com flutuações importantes da atenção durante a consulta. Mini-Exame do Estado Mental de 23/30. Hipomimia facial, bradicinesia bilateral, rigidez plástica a manobra em espelho em membro superior direito, sem tremor de repouso. A marcha era lenta, com redução bilateral do balanço dos braços e instabilidade postural ao pull-test. Sensibilidade, força muscular e reflexos encontravam-se preservados.
A principal hipótese etiológica é de
Mulher de 78 anos é internada por fratura de fêmur. No segundo dia, passa a alternar sonolência e agitação, desatenção, pensamento desorganizado e inversão do ciclo sono vigília. Usa clonazepam crônico, oxibutinina, tramadol e difenidramina. Exames não mostram infecção ou distúrbio metabólico grave.
A intervenção inicial mais apropriada é 
Uma idosa de 82 anos, viúva, reside com a filha e um neto, vem tendo piora cognitiva há dois anos. A filha relata que a idosa tem ficado mais confusa, com dificuldade para conciliar o sono e esquecendo alimentos no fogo com frequência. Preocupada, a filha resolve levá-la em consulta na UBS.

Nessa situação, assinale a conduta inicial mais adequada ao médico de família e comunidade. 
Homem de 82 anos, previamente independente para atividades básicas e sem diagnóstico de demência, é internado após queda da própria altura com fratura transtrocanteriana do fêmur direito. Aguarda correção cirúrgica há 36 horas. Durante o dia, mantém contato adequado, reconhece familiares e coopera com a equipe. Nas duas últimas noites, porém, passa a apresentar períodos de desorientação, tenta retirar o acesso venoso e levantar-se da cama, afirma que “há pessoas entrando no quarto” e alterna esses episódios com intervalos de sonolência.
Recebe dipirona regularmente e pequenas doses de morfina de resgate. Não faz uso habitual de álcool ou benzodiazepínicos. Ao exame, encontra-se afebril, PA 138 × 74 mmHg, FC 88 bpm, FR 18 irpm, SpO? 96% em ar ambiente. Não apresenta déficit neurológico focal. A ferida traumática está limpa e não há sinais clínicos de infecção.
Exames laboratoriais mostram: Hb 10,4 g/dL; leucócitos 8.900/mm³; plaquetas 210.000/mm³; Na? 137 mEq/L; K? 3,1 mEq/L; Mg²? 1,5 mg/dL; Ca²? total 8,7 mg/dL; creatinina 1,0 mg/dL; glicemia 112 mg/dL. Urina tipo I sem leucocitúria ou nitrito. ECG mostra ritmo sinusal e QTc de 486 ms.
Na terceira noite, apesar de reorientação frequente, presença de familiar, redução de ruídos e interrupções noturnas e tentativa de preservar o ciclo sono-vigília, o paciente apresenta agitação intensa, tenta repetidamente sair do leito sem apoio e agride um profissional que procura contê-lo verbalmente.

Com base nesse caso, assinale a afirmativa correta.
Mulher de 78 anos é internada por fratura de fêmur. No segundo dia, passa a alternar sonolência e agitação, desatenção, pensamento desorganizado e inversão do ciclo sono vigília. Usa clonazepam crônico, oxibutinina, tramadol e difenidramina. Exames não mostram infecção ou distúrbio metabólico grave.

A intervenção inicial mais apropriada é