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Uma paciente de 76 anos, em tratamento de longa data para diabetes mellitus tipo 2, dislipidemia e hipertensão arterial sistêmica, procura consultório psiquiátrico queixando-se de que há 1 ano liga para seus filhos várias vezes por dia com medo de que "algo ruim possa acontecer a eles". Relata também que anda "com os nervos à flor da pele", irritada e com muita dor muscular. Aproveitando a consulta, também se queixa de formigamento e dor em queimação em seus pés iniciados há 2 anos, com piora progressiva.

Considerando as comorbidades da paciente, a melhor terapia medicamentosa nesse caso é: 

Uma paciente de 71 anos relata que há 4 meses vem se sentindo "triste e sem esperança". Em associação com esse quadro, parou de sair com seus amigos e de frequentar a academia, pois diz não sentir mais prazer nessas atividades. Queixa-se também de fadiga e ganho ponderal de 7 kg no período (peso anterior: 63 kg), porém o sintoma que mais a incomoda é uma dificuldade de concentração, com relato de seus familiares de que ela está ficando "esquecida". Esses sintomas ocorreram na maior parte dos dias desse período.

Dentre as medicações a seguir, o tratamento mais adequado para esse caso é:

Uma mulher de 72 anos, advogada aposentada, é trazida ao consultório pela filha. Esta relata que, desde a aposentadoria há 3 anos, a mãe está mais esquecida, esquece recados, toma seus medicamentos fora do horário e já esqueceu de pagar contas. A paciente também perdeu o interesse por atividades de que antes gostava, como ir à igreja, prefere ficar em casa e se sente sem energia. Ela tem tido episódios de irritabilidade, seguidos de choro, além de um sono insatisfatório e aumento do apetite. Seu histórico médico inclui hipertensão e diabetes controlados, além de obesidade (IMC: 32kg/m2). Usa losartana 100mg/dia, metformina 1g/dia e dapaglifozina 10mg/dia. Na avaliação, obteve 13 pontos no GDS (Escala de Depressão Geriátrica) e 29 pontos no Mini Exame do Estado Mental (MEEM). Exames laboratoriais, incluindo os de rastreio cognitivo, são normais. Ressonância de Crânio demonstra discretos focos de hipersinal por microangiopatia. Dentre as opções abaixo, a estratégia terapêutica inicial mais adequada para essa paciente é:
Paciente idosa, 68 anos, relata que há cerca de um mês não frequenta as atividades da universidade da terceira idade, pois não sente mais vontade de frequentar as classes.

Desde o início do quadro, abandonou atividades que antes lhe davam prazer, como encontros com amigos e idas à academia. Também refere aumento de peso de aproximadamente 8 kg (peso anterior: 62 kg), sensação persistente de fadiga, dificuldade em dormir e, principalmente, dificuldade de memorização de fatos recentes. Familiares confirmam que ela está ficando mais “esquecida”.

Considerando as medicações a seguir, a conduta farmacológica mais apropriada é
Homem de 76 anos foi levado à consulta pela esposa, que relata episódios recorrentes, durante a madrugada, enquanto o marido dorme, nos quais ele fica muito agitado, fala e chega a chutá-la, causando-lhe ferimentos.

O diagnóstico mais provável para esse quadro é