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Criança do sexo feminino, 9 anos de idade, passou a demonstrar nervosismo constante, retraimento social e evitação de situações de convivência após iniciar os estudos em uma nova escola. Essas manifestações são acompanhadas de sintomas físicos como palpitações.

Considerando esse quadro clínico, o diagnóstico que apresenta maior compatibilidade é de transtorno 
Um adolescente de 15 anos passou a se isolar socialmente, afastando-se dos amigos e apresentando piora significativa no rendimento escolar. Relata escutar vozes que descreve como “um computador falando dentro da minha cabeça”, além de afirmar ter conversado com um ser de outro planeta e que em breve cumprirá uma missão no espaço. Esses sintomas começaram há cerca de 8 meses e vêm se tornando mais frequentes.

Considerando o quadro descrito, o diagnóstico mais provável é
Durante avaliação psiquiátrica infantil, a mãe de um menino de 8 anos apresenta relatório da escola que descreve postura resistente à autoridade escolar, frequentes discussões com adultos, irritabilidade acentuada e tendência a culpar terceiros por seu comportamento. Não há indícios de agressividade física ou destruição de propriedade. A mãe confirma contínuos episódios de “falta de respeito”.

O diagnóstico que melhor se compatibiliza com esse quadro clínico é o transtorno
Durante avaliação psiquiátrica infantil, a mãe de um menino de 8 anos apresenta relatório da escola que descreve postura resistente à autoridade escolar, frequentes discussões com adultos, irritabilidade acentuada e tendência a culpar terceiros por seu comportamento. Não há indícios de agressividade física ou destruição de propriedade. A mãe confirma contínuos episódios de “falta de respeito”.

O diagnóstico que melhor se compatibiliza com esse quadro clínico é o transtorno

Paciente de 9 anos, cursando o 3º ano do ensino fundamental, é trazido pela mãe por apresentar, há cerca de 2 anos, comportamento cada vez mais desafiador e conflituoso em casa e na escola. Relatos incluem discussões frequentes com adultos, recusa em obedecer regras, irritabilidade, e tendência a culpar os outros por seus próprios erros. Na escola, o paciente costuma contestar professores e provocar colegas, sem, contudo, envolver?se em agressões físicas graves ou destruição de propriedade.


Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.


Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é