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Adolescente feminino, 14 anos, é levada ao pronto-socorro por ingestão intencional de aproximadamente 25 comprimidos de fluoxetina 20?mg (dose total estimada: 500?mg) há cerca de 1 hora, após discutir com pais sobre notas escolares. Ao chegar, relata arrependimento parcial, mas permanece retraída, negando ideação suicida imediata.
Antecedentes: episódio prévio de automutilação (cortes superficiais) há 6?meses, fazia acompanhamento em um serviço de saúde mental, porém abandonou o seguimento. Sem comorbidades clínicas conhecidas. Uso regular de fluoxetina 20?mg/dia para depressão moderada, prescrita há 4 meses.
Exame inicial: FC 98?bpm, PA 108/66?mmHg, FR 18?ipm, SatO? 98?% em ar ambiente, T 36,7?°C. Consciente, orientada, fala pausada, olhar no chão. Pupilas isofotorreagentes. Abdome flácido, indolor, sem vômitos. Sem alterações neurológicas focais. Cicatrizes lineares antigas nos antebraços. ECG: ritmo sinusal, QTc 470ms. Os exames laboratoriais iniciais revelam glicemia 88?mg/dL, eletrólitos e função renal normal.
Com base nas diretrizes atuais de manejo de tentativa de suicídio em crianças e adolescentes, a conduta inicial adequada neste momento é
Paciente de 9 anos, cursando o 3º ano do ensino fundamental, é trazido pela mãe por apresentar, há cerca de 2 anos, comportamento cada vez mais desafiador e conflituoso em casa e na escola. Relatos incluem discussões frequentes com adultos, recusa em obedecer regras, irritabilidade, e tendência a culpar os outros por seus próprios erros. Na escola, o paciente costuma contestar professores e provocar colegas, sem, contudo, envolver?se em agressões físicas graves ou destruição de propriedade.
Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.
Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é
Paciente de 9 anos, cursando o 3º ano do ensino fundamental, é trazido pela mãe por apresentar, há cerca de 2 anos, comportamento cada vez mais desafiador e conflituoso em casa e na escola. Relatos incluem discussões frequentes com adultos, recusa em obedecer regras, irritabilidade, e tendência a culpar os outros por seus próprios erros. Na escola, o paciente costuma contestar professores e provocar colegas, sem, contudo, envolver?se em agressões físicas graves ou destruição de propriedade.
Os episódios são diários e prejudicam muito a dinâmica familiar e a acadêmica. Não há evidência de crises de raiva explosiva acompanhadas de agressão física nem de sintomas persistentes de humor deprimido ou eufórico. Questionado sobre o relacionamento com os irmãos, a mãe refere discussões verbais, mas sem agressão física. Não há histórico de uso de substâncias, maltrato ou doença crônica. Ao exame não se notam anormalidades físicas, neurológicas ou cognitivas. Os marcos neuropsicomotores do menino estão dentro dos limites de normalidade.

Com base nesses achados, dos diagnósticos a seguir, o mais provável é 
Uma menina de 4 anos, com quadro de regressão do desenvolvimento, apresentou desenvolvimento adequado até 1 ano, quando começaram regressão da linguagem, marcha atáxica e tremores finos das mãos. Atualmente, apresenta convulsões tônico-clônicas generalizadas, movimentos estereotipados de torcer as mãos, microcefalia e baixos peso e estatura. O diagnóstico mais provável é:
Um menino de 9 anos é sempre rejeitado pelos companheiros. Ninguém quer sentar-se perto dele. Nunca é convidado para as festas de aniversário e, às vezes, se indispõe com os colegas, devido a seu comportamento agressivo. Faz comentários satíricos e faz gracejos dos quais ninguém ri. Frequentemente se autoelogia e fica agressivo quando entra em desacordo com um colega.
Qual das formas seguintes de tratamento tem mais probabilidade de ser eficaz para essa criança?