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Embora TEA seja um diagnóstico com muita heterogeneidade, para que o mesmo seja feito é necessário que seja preenchido o critério A do DSM5-TR. Assinale a alternativa que melhor descreve esse critério. 
Sobre o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) na infância e adolescência, assinale a alternativa correta. 
Adolescente, 17 anos de idade, está concluindo um ano de tratamento intensivo em Terapia Comportamental Dialética para Adolescentes (DBT-A) para autolesão não suicida (ANS) repetitiva, com melhora significativa na regulação emocional e cessação da ANS nos últimos 4 meses. Ela não preenche critérios para o diagnóstico de Transtorno de Personalidade (geral ou específico), mas apresenta traços marcantes de baixa autoestima, sensibilidade à rejeição e perfeccionismo. Os pais, aliviados com a melhora, perguntam sobre o prognóstico a longo prazo e a necessidade de acompanhamento futuro, expressando a esperança de que “essa fase difícil tenha passado para sempre”. Com base nos achados dos principais estudos longitudinais da área, qual orientação em relação ao prognóstico e ao planejamento terapêutico seria a mais precisa, ética e clinicamente informada? 
Paciente do sexo masculino, de 15 anos de idade, com histórico de negligência parental, foi criado pela avó desde a primeira infância devido ao uso abusivo de substâncias por ambos os pais. Quando era criança, foi vítima de abuso sexual intrafamiliar, perpetrado pelo avô paterno. No último ano, o adolescente foi denunciado por furtos, envolveu-se em brigas recorrentes com colegas, fugiu de casa em múltiplas ocasiões para fazer uso de substâncias com amigos e, recentemente, foi internado na Fundação Casa após cometer um assalto contra um pedestre. Em relação ao transtorno de conduta, assinale a alternativa correta. 
Caio, 16 anos de idade, com diagnóstico de esquizofrenia, mora com a mãe e um irmão de 5 anos de idade, e realiza acompanhamento por equipe multiprofissional em um CAPS infantojuvenil (CAPSij) há 5 meses. No entanto, nas últimas duas semanas, apresentou piora importante do quadro clínico, com desorganização do comportamento, agitação psicomotora, agressividade verbal e episódios de agressão física contra a mãe e o irmão. Durante visita domiciliar, a mãe relata que Caio abandonou a medicação há mais de um mês. Inicialmente, a mãe tentou convencê-lo a tomar a medicação, mas devido piora da agressividade, desistiu. Equipe observa que o paciente está com higiene precária, emagrecido, com comportamento persecutório, dizendo que “precisa atacar antes que o machuquem”. A equipe tentou aproximação, mas Caio recusou qualquer contato com os profissionais. A mãe, exausta e preocupada com a integridade do filho menor, solicita ajuda da equipe. Com base na organização da RAPS e nas diretrizes da Política Nacional de Saúde Mental para adolescentes, nesse caso, a equipe deve