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Um delegado de polícia, ao investigar um roubo a banco ocorrido na madrugada, solicitou a realização de perícia no cofre arrombado e nos veículos utilizados pelos suspeitos, que foram apreendidos. Ele detalhou na requisição os pontos que desejava que fossem examinados, como a presença de impressões digitais nos objetos e a análise de possíveis resíduos de explosivos. O objetivo era obter elementos que pudessem comprovar a autoria e a dinâmica do crime.
Um delegado de polícia, ao tomar conhecimento de um óbito em circunstâncias suspeitas em uma residência, decide requisitar a atuação da perícia oficial para examinar o local e a vítima. Essa solicitação formal visa assegurar que os vestígios presentes sejam devidamente coletados e analisados para auxiliar na investigação criminal.
Um perito criminal do Espírito Santo foi requisitado para atuar em um caso de incêndio em um galpão industrial em Serra (ES). A autoridade policial solicitou um laudo pericial que determinasse a causa do fogo e a possível existência de ação criminosa. O perito, após realizar os exames preliminares, precisa decidir a melhor forma de coletar e analisar as evidências para subsidiar sua conclusão.
Um juiz de direito, ao analisar um processo criminal referente a um crime de falsidade documental, constatou a necessidade de verificar a autenticidade de um contrato apresentado como prova. Para tanto, expediu uma requisição ao Instituto de Criminalística, solicitando a realização de uma perícia grafotécnica sobre o documento em questão. A perícia foi realizada por um perito oficial, que analisou o documento e emitiu um laudo técnico com suas conclusões.
O delegado de polícia responsável pela investigação de um estupro em Vila Velha requisita a realização de perícia no material genético coletado da vítima e em possíveis vestígios encontrados na cena do crime. O objetivo é identificar o agressor e confirmar a dinâmica dos fatos.