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Adolescente de 14 anos de idade, vem desacompanhada ao hospital com queixa de algúria e polaciúria há 2 dias. Nega febre. Ela relata durante a consulta que tem vida sexualmente ativa desde os 13 anos de idade, sem parceiro fixo. Relata ainda que sempre faz uso de preservativo durante as relações sexuais e que sempre são de forma consentida. Refere nunca ter sido consultada por ginecologista, por ter receio de que os pais fiquem sabendo, pois ela acredita que eles não aceitariam seu modo de viver. Os exames solicitados sugerem infecção do trato urinário baixo, sendo orientado à paciente tratamento antimicrobiano oral, orientações de higiene íntima e métodos contraceptivos, e a importância do acompanhamento ginecológico especializado.
Qual a conduta correta quanto ao sigilo médico nesse caso?
Está sendo elaborado um projeto de pesquisa com o objetivo de avaliar o grau de satisfação de adolescentes e adultos quanto a sua compleição física. A metodologia inclui obtenção de dados antropométricos e entrevista com os participantes individualmente. De acordo com a Resolução CFM no 2.217, de 27 de setembro de 2018, modificada pelas Resoluções CFM nº 2.222/2018 e 2.226/2019, do Código de Ética Médica, para a participação do adolescente nessa pesquisa, é necessário obter
A cirurgia plástica é uma especialidade muito explorada nas mídias sociais, tanto por profissionais, quanto por pacientes. De acordo com as resoluções vigentes do Conselho Federal de Medicina (CFM) e os princípios éticos da publicidade médica, assinale a alternativa correta.
O sigilo profissional constitui dever fundamental na assistência à saúde. Considerando as disposições éticas aplicáveis à prática médica, assinale a alternativa correta. 
A perícia médico-judicial ocorre em qualquer instância ou ramo da justiça seja cível, trabalhista, federal ou criminal. Na condição de um ato médico, conforme a Resolução no 2.430/2025 do Conselho Federal de Medicina, é correto afirmar que