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Caso clínico hipotético: homem de 49 anos procura a Unidade de Saúde da Família (USF) por dor epigástrica há cerca de 4 meses, de caráter em queimação, com piora pós-prandial tardia. Relata sensação de plenitude gástrica e episódios ocasionais de náuseas. Nega vômitos persistentes. Nos últimos dois meses, refere perda ponderal não intencional de aproximadamente 6 kg. Nega uso de antiinflamatórios. Refere fezes escurecidas esporadicamente, sem exteriorização de sangue vivo. Ao exame físico, apresenta-se levemente hipocorado, sem dor abdominal significativa à palpação.


Diante do quadro apresentado, é CORRETO afirmar que:

Queixas relacionadas às vias aéreas superiores representam parcela significativa das consultas na Atenção Primária à Saúde (APS). A elevada prevalência dessas condições, associada à expectativa de resolução rápida por parte dos usuários, contribui para práticas como prescrição excessiva de antibióticos e exames desnecessários.


Considerando a abordagem conceitual das queixas otorrinolaringológicas na APS, é CORRETO afirmar que:

Caso clínico hipotético: mulher de 61 anos procura a Unidade de Saúde da Família (USF) por episódios recorrentes de “coração acelerado” há cerca de 2 meses. Refere início súbito, sem relação clara com esforço, com duração variável entre minutos e horas, acompanhados de dispneia leve e mal-estar. Nega dor torácica. Relata cansaço progressivo nos últimos meses. Tem antecedente de hipertensão arterial e diabetes Mellitus. Ao exame físico, encontra-se em bom estado geral, pressão arterial de 138×86 mmHg e Mellitus frequência cardíaca irregular, em torno de 110 bpm. Entre os episódios, refere-se “normal”.


Diante do quadro apresentado, é CORRETO afirmar que:

Caso clínico hipotético: homem de 52 anos procura atendimento por dor lombar há 3 semanas, iniciada após esforço físico. Refere melhora parcial com repouso e piora ao final do dia. Nega febre, perda de peso, irradiação para membros inferiores ou história prévia de câncer. Ao exame físico, apresenta limitação dolorosa de movimentos lombares, sem déficits neurológicos. Solicita “exames de sangue e ressonância” para investigar a causa da dor.
Considerando a abordagem das dores musculoesqueléticas na Atenção Primária à Saúde (APS), o uso de exames laboratoriais e a conduta inicial, é CORRETO afirmar que:
Uma mulher de 62 anos, pós-menopausa, comparece à Unidade Saúde da Família (USF) trazendo perfil lipídico que revela: Colesterol Total (CT) 240 mg/dL, LDL-c 158 mg/dL, HDL-c 52 mg/dL e Triglicerídeos (TG) 150 mg/dL. Nega diabetes, hipertensão arterial ou tabagismo. O cálculo do escore de risco cardiovascular estimou um risco de 5,8% em 10 anos (Risco Intermediário).
Qual a conduta terapêutica inicial mais adequada para esta paciente: