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Concurso:
Prefeitura de Congo - PB
Disciplina:
Serviço Social
A literatura (Amarante; Yasui) e a Lei
10.216/2001 sustentam a desinstitucionalização e o
cuidado em liberdade, territorial, intersetorial e
centrado no Projeto Terapêutico Singular. A RAPS integra CAPS, Atenção Básica, leitos em hospital
geral e reabilitação psicossocial, com participação
familiar e comunitária. Qual alternativa está correta?
Segundo Chaves e Oliveira (2024), o cenário atual de
saúde no Brasil aponta para alguns desafios importantes
para o trabalho profissional no que se refere aos cuidados
paliativos. Entre esses desafios, é CORRETO afirmar que:
O Sistema Único de Saúde (SUS) vem sofrendo fortes
investidas contra sua existência, sendo alvo de um processo
de contrarreformas. Com base na discussão apresentada por
Vieira, Melo e Soares (2023) sobre a crise sanitária, a
determinação social da saúde, a desigualdade nos territórios
e a Atenção Primária à Saúde (APS), em meio à ofensiva
neoliberal, analise as afirmativas abaixo e assinale a
alternativa CORRETA.
I. Embora a alocação de recursos no SUS e na APS sempre fora insuficiente, o desmonte da APS se agudiza em 2019 com o “Previne Brasil”, um novo modelo de financiamento do governo federal instituído pela Portaria nº 2.979, que altera as formas de transferências de recursos para os municípios (Brasil, 2019).
II. O SUS passa a ser alvo de contrarreformas e subfinanciamento a partir de 2016, sendo uma novidade que não existia até então na Política de Saúde brasileira e que coaduna com a proposta do movimento da reforma sanitária, que tinha entre suas bandeiras de luta a mercantilização da saúde.
III. Durante a pandemia de covid-19, instalada em 2020 no Brasil, a gestão implementada pelo Ministério da Saúde direcionou o repasse quase que exclusivamente para o nível terciário da assistência à saúde, em vez de investir na articulação da rede de atenção e no fortalecimento das ações territorial e comunitária, na qual a APS é referência.
I. Embora a alocação de recursos no SUS e na APS sempre fora insuficiente, o desmonte da APS se agudiza em 2019 com o “Previne Brasil”, um novo modelo de financiamento do governo federal instituído pela Portaria nº 2.979, que altera as formas de transferências de recursos para os municípios (Brasil, 2019).
II. O SUS passa a ser alvo de contrarreformas e subfinanciamento a partir de 2016, sendo uma novidade que não existia até então na Política de Saúde brasileira e que coaduna com a proposta do movimento da reforma sanitária, que tinha entre suas bandeiras de luta a mercantilização da saúde.
III. Durante a pandemia de covid-19, instalada em 2020 no Brasil, a gestão implementada pelo Ministério da Saúde direcionou o repasse quase que exclusivamente para o nível terciário da assistência à saúde, em vez de investir na articulação da rede de atenção e no fortalecimento das ações territorial e comunitária, na qual a APS é referência.
O projeto do Serviço Social brasileiro, na visão de
Vasconcelos (2024), ressalta a saúde, entendida como
direito do cidadão e dever do Estado, como uma das mais
importantes áreas de atuação do assistente social,
amparada em referências:
Considerando as diferenças entre a noção de
determinantes sociais e a determinação social apresentadas
por Silva e Bicudo (2022), relacione as colunas e assinale a
sequência correspondente.
(1) Determinantes sociais da saúde. (2) Determinação social do processo saúde-doença.
( ) Parte da abordagem latino-americana ancorada no referencial teórico do materialismo histórico-dialético.
( ) Leitura reducionista e fragmentada da vida social a partir de “fatores” (condições de vida e trabalho, de educação, de moradia, etc.), “circunstâncias” e “condições”.
( ) Exige uma postura crítica diante da naturalização da pobreza e do enfrentamento à questão social por um Estado supostamente neutro.
( ) Seu enfoque acaba por reforçar a reprodução e o fortalecimento da perspectiva positivista que direcionou a epidemiologia tradicional.
(1) Determinantes sociais da saúde. (2) Determinação social do processo saúde-doença.
( ) Parte da abordagem latino-americana ancorada no referencial teórico do materialismo histórico-dialético.
( ) Leitura reducionista e fragmentada da vida social a partir de “fatores” (condições de vida e trabalho, de educação, de moradia, etc.), “circunstâncias” e “condições”.
( ) Exige uma postura crítica diante da naturalização da pobreza e do enfrentamento à questão social por um Estado supostamente neutro.
( ) Seu enfoque acaba por reforçar a reprodução e o fortalecimento da perspectiva positivista que direcionou a epidemiologia tradicional.