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O planejamento ambiental urbano tem se destacado nas discussões sobre a rede urbana associada aos processos socioeconômicos gerais que atuam sobre as cidades. É possível compreender o modelo urbano ambiental planejado no âmbito da produção socioespacial, na qual se setorizam, de um lado, espaços periféricos marcados pela exclusão social e, de outro, espaços urbanos que proporcionam segurança física em um ambiente socialmente construído para grupos elitizados da cidade. Nesse contexto, questiona-se sobre os papéis do planejador no ordenamento territorial urbano bem-sucedido voltado a qual grupo social?
A compreensão dos aspectos sociais de um município exige análise de fatores relacionados à distribuição populacional, ao acesso aos serviços públicos, às condições econômicas e às políticas voltadas à redução das desigualdades. Em municípios do interior baiano, tais elementos costumam apresentar estreita relação com as características territoriais e com a presença significativa de comunidades rurais. Considerando a realidade social do Município de Sítio do Mato, assinale a alternativa correta.
Analise o infográfico e assinale a alternativa que descreve corretamente uma relação de causa e consequência da segregação espacial no Brasil, conforme os dados apresentados:
Imagem associada para resolução da questão Imagem associada para resolução da questão
A urbanização brasileira é marcada por desigualdades socioespaciais relacionadas à exclusão e à ausência de políticas urbanas eficazes. Ao analisar os processos de produção da moradia popular, Ermínia Maricato destaca que: “a maioria da população resolve seu problema de habitação nas cidades do Brasil através da autoconstrução, sem licença municipal, sem observar a legislação urbanística. Essa ocupação ocorre, muitas vezes, em áreas ambientalmente frágeis ou periféricas, pois a terra urbanizada e valorizada permanece, em grande parte, sob controle do mercado. Tem direito à cidade quem pode pagar.”
Com base no trecho e no pensamento da autora, analise as afirmativas a seguir.

I. A autoconstrução é apresentada como estratégia de acesso à moradia para a população excluída do mercado formal, evidenciando processos de segregação da estrutura funcional da cidade.
II. A ocupação de áreas ambientalmente frágeis ocorre de forma aleatória, sem relação com a dinâmica do mercado imobiliário urbano, permitindo a livre apropriação do solo urbano para a produção de moradia popular.
III. A periferização da moradia popular está associada à disponibilidade de terras desvalorizadas, distantes de infraestrutura e serviços urbanos.

Está correto o que se afirma em
Para Georg Simmel, a vida metropolitana nos expõe ao desejo de bens culturais e também à ansiedade por não sermos capazes de adquirir tudo que nos é apresentado. Também vivenciamos a situação do movimento incessante das ruas e a sensação de solidão, mesmo cercados de pessoas. Simmel entende que essa é uma sensação que remete às noções de aproximação e distanciamento. No mesmo sentido, o comportamento dos habitantes dos centros urbanos voltado para conviver com o ritmo acelerado das cidades é denominado pelo sociólogo como: