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Mulher de 62 anos encontra-se internada em Unidade de Terapia Intensiva devido a sepse de foco abdominal. Encontra-se em sedação e analgesia com propofol e fentanil, com RASS -2, em uso de ventilação mecânica invasiva em modo PSV. Atualmente, encontra-se com PAM 62 mmHg, em uso de noradrenalina, PVC 8 mmHg e lactato de 3,5 mmol/L. Realizada elevação passiva das pernas com avaliação do fluxo no trato de saída do ventrículo esquerdo por ecocardiografia, identificando aumento de 14% na integral velocidade-tempo (VTI).

A interpretação do resultado do teste e a conduta são:
Paciente de 55 anos é levada ao pronto-socorro sendo diagnosticada com choque séptico. Ela foi submetida a uma cirurgia gastrointestinal recente, recebendo alta há 3 dias. As comorbidades incluem fibrilação atrial, doença do refluxo gastroesofágico e hipertensão. Não há alergias conhecidas a medicamentos. O tratamento com expansão volêmica vigorosa, noradrenalina, cefepima e vancomicina são efetuados. Os medicamentos atuais também incluem: amiodarona, aspirina em baixa dose, dabigatrana, esomeprazol e heparina. Exames séricos: creatinina: 2,1 mg/dL (prévia: 1,1 mg/dL); TGP (ALT): 15 U/L. ECG: intervalo QTc de 480 ms. O laboratório entra em contato informando que as hemoculturas fúngicas revelam crescimento de Candida, com a especificação ainda pendente.

Nesse momento, o tratamento mais adequado a ser prescrito é:
Diante da avaliação clínica e da estratificação de risco, qual deve ser a conduta inicial?
Paciente do sexo masculino, 73 anos, institucionalizado, portador de demência avançada e constipação crônica, foi admitido com distensão abdominal progressiva há 48 horas, associada a dor abdominal importante e parada de eliminação de fezes e flatos.
Ao exame apresentou:
• PA: 84/56 mmHg
• FC: 122 bpm
• Temperatura: 38,5°C  
Abdome bastante distendido, doloroso difusamente, com sinais de irritação peritoneal.
Exames laboratoriais demonstraram:
• Leucócitos: 21.000/mm³
• Lactato: 5,2 mmol/L  
Tomografia evidencia importante distensão colônica compatível com volvo de sigmoide, associada a espessamento parietal segmentar e líquido livre abdominal.
Diante do cenário apresentado, assinale a opção que indica a conduta mais adequada.  
Mulher, 74 anos, procura emergência por febre, dor em hipocôndrio direito e icterícia há dois dias. Evoluiu nas últimas horas com hipotensão arterial e rebaixamento do nível de consciência. Ao exame físico, apresenta PA de 82/50 mmHg, FC de 118 bpm e temperatura de 39,2 °C. Exames laboratoriais evidenciaram bilirrubina total de 9,8 mg/dL, fosfatase alcalina de 690 U/L, leucócitos de 22.800/mm³ e creatinina de 2,3 mg/dL. A ultrassonografia evidenciou colédoco com 13 mm de diâmetro e imagem compatível com cálculo distal. Além das medidas de suporte intensivo e antibioticoterapia, qual é a conduta mais adequada?