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Mulher de 77 anos é avaliada por lesão renal aguda (LRA) após ter sido internada, há 2 dias, devido a choque séptico e síndrome do desconforto respiratório agudo secundários à pneumonia adquirida na comunidade. Ela foi intubada e recebeu suporte vasopressor. Nas primeiras 18 horas de internação, a paciente recebeu 3.600 mL de solução de ringer lactato. As medicações atuais incluem norepinefrina, ceftriaxona, claritromicina, vancomicina e dexmedetomidina. Ao exame físico: encontra-se sob ventilação mecânica; temperatura: 38,4 °C; pressão arterial: 88 x 52 mmHg; frequência cardíaca: 105 bpm; frequência respiratória: 16 irpm; SatO? de 90% com FiO? de 50%; o exame pulmonar evidencia estertores difusos. Há um cateter venoso central posicionado com medida da pressão venosa central de 14 mmHg. O débito urinário é de 30 mL/hora, sendo refratário a doses crescentes de furosemida intravenosa em bolus. Exames séricos atuais: creatinina: 3,4 mg/dL; sódio: 134 mEq/L; potássio: 6,4 mEq/L; cloreto: 100 mEq/L; bicarbonato: 12 mEq/L. A radiografia de tórax mostra infiltrado bilateral difuso e cefalização da trama vascular.


De acordo com os dados apresentados, a conduta terapêutica apropriada é

Paciente de 68 anos, obeso (IMC: 34 kg/m²), diabético tipo II, internado há 48 horas após colecistectomia laparoscópica, convertida para aberta por inflamação severa. Na 2ª semana pós-operatória, apresenta febre de 39 ºC, FC: 115 bpm, PA: 95 × 58 mmHg, FR: 24 irpm e lactato sérico 3,2 mmol/L (valor de referência: 1,0 a 1,5 mmol/L). Os exames laboratoriais mostram leucócitos 18.000/mm³ e cultura de líquido biliar colhida no intraoperatório pendente. Exames de imagem negativos para coleções intracavitárias. O cirurgião indica controle clínico.


Qual é a conduta inicial mais adequada diante da suspeita de sepse pós-operatória?

Mulher de 68 anos é admitida no departamento de emergência com quadro de febre alta, tosse produtiva e dispneia progressiva nos últimos três dias. O antecedente é relevante para miastenia grave, em acompanhamento ambulatorial irregular. Na sala de emergência, a paciente apresenta-se torporosa, com respiração paradoxal e uso franco de musculatura acessória; pressão arterial: 75 x 40 mmHg; frequência cardíaca: 132 bpm; frequência respiratória: 38 irpm; temperatura: 39,4 ºC; SatO? em ar ambiente: 82%; ausculta pulmonar: estertores crepitantes bilaterais grosseiros. Lactato arterial beira-leito é de 5,8 mmol/L (normal: até 2,0). A intubação orotraqueal é indicada.


Nessa circunstância, é correto afirmar:

Homem de 68 anos, com cirrose pelo vírus da hepatite C crônica (Child-Pugh B), é admitido no departamento de emergência com história de declínio cognitivo progressivo, letargia e distensão abdominal dolorosa há dois dias. Não há hematêmese, melena, constipação ou uso de novos medicamentos. Glicemia capilar normal. Ao exame físico: sonolento; desorientado no tempo e no espaço; asterixe bilateral (flapping); pressão arterial: 112 x 64 mmHg; frequência cardíaca: 104 bpm; frequência respiratória: 24 irpm; temperatura: 37,6 ºC; abdome globoso; sinal da macicez móvel positivo; leve dor à palpação difusa, sem sinais de peritonite. Escore NEWS: 6 pontos.


Com base nas diretrizes 2026 de sepse (Surviving Sepsis Campaign), é correto afirmar:

Homem, 45 anos de idade, com antecedente de trauma raquimedular, em uso crônico de baclofeno e olanzapina, é internado na UTI por sepse secundária à infecção urinária. Durante a internação, evoluiu com delirium hiperativo, necessitando de doses de resgate de haloperidol endovenoso, por impossibilidade de utilização da via oral. No terceiro dia de UTI, passou a apresentar febre persistente de 39 °C, tremores e espasticidade, mantendo FC de 140 bpm, PA de 140×60 mmHg, FR de 25 irpm, SpO2 de 95% em ar ambiente. Em relaçãoao caso descrito, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada, após a passagem de sonda nasoenteral.