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A utilização de vasopressores é fundamental no manejo do choque séptico refratário à reposição volêmica adequada. A escolha do agente vasoativo inicial e das terapias de resgate baseia-se na fisiopatologia da vasodilatação e na necessidade de manter a perfusão tecidual. A Norepinefrina é recomendada como vasopressor de primeira linha. Em situações de choque refratário, onde doses crescentes de norepinefrina são necessárias para manter a Pressão Arterial Média (PAM) alvo, a adição de um segundo agente com mecanismo de ação distinto é indicada para poupar catecolaminas e restaurar o tônus vascular. Considerando as recomendações atuais para o uso de vasopressores no choque séptico refratário, assinale a alternativa correta.
A monitorização da perfusão tecidual e a avaliação da resposta à ressuscitação no choque circulatório vão além da normalização da pressão arterial. O lactato sérico é um biomarcador tradicional, mas a Saturação Venosa Central de Oxigênio (SvcO2), coletada através de um cateter venoso central na veia cava superior, oferece informações dinâmicas sobre o balanço entre oferta e consumo de oxigênio global. Em um paciente em choque séptico, a interpretação de uma SvcO2 baixa (< 70%) após a estabilização da pressão arterial média e da saturação arterial de oxigênio indica uma alteração hemodinâmica persistente. À luz da interpretação da saturação venosa central de oxigênio (SvcO?) no contexto do choque séptico, assinale a alternativa correta.

A hiperglicemia hospitalar é um fenômeno frequente, que pode acometer pacientes com diabetes mellitus previamente diagnosticado ou desconhecido, ou ocorrer durante a fase aguda de doença em pacientes sem diabetes mellitus, chamada de “hiperglicemia de estresse”.


Sobre a temática, assinale a alternativa correta.

Homem de 55 anos é internado na unidade de terapia intensiva (UTI) com choque séptico e evidência de opacidade no lobo inferior direito na radiografia do tórax. Não há comorbidades, etilismo ou tabagismo. O paciente é tratado com ceftriaxona, claritromicina, fluidos intravenosos e vasopressores. É realizada uma ultrassonografia em base de hemitórax direito à beira do leito apresentada a seguir:


Considerando a principal hipótese diagnóstica, a conduta adequada é
Paciente de 1 ano e 2 meses de idade, foi levado ao pronto atendimento com história de febre há 3 dias, sem sintomas respiratórios associados. Hoje apresentou um episódio de vômito e está mais prostrado. A mãe nega presença de diarreia. O exame de urina tipo 1 mostrou leucocitúria sem hematúria e com pesquisa de nitrito positiva. Ao exame físico, encontra-se afebril no momento, descorado +/4+, hidratado, anictérico, acianótico. Está sonolento, com períodos de choro ao ser manipulado. FC: 152 bpm; FR: 50 ipm; saturação de oxigênio em ar ambiente: 92%. Sem uso de musculatura acessória à respiração. Murmúrio vesicular presente sem ruídos adventícios. Bulhas cardíacas rítmicas em 2 tempos e sem sopros. Abdome flácido sem visceromegalias. Foi colhido hemograma completo, mostrando Hb: 11,5 g/dL e Ht: 35%, leucocitose com desvio à esquerda, plaquetas: 90.000/µLd; e RNI: 1,5.
Com base no Escore de Sepse de Phoenix, o diagnóstico de Choque Séptico para esse paciente pode ser feito se