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Homem de 71 anos, portador de DPOC, D2 pós-hemicolectomia direita por perfuração diverticular, encontra-se em UTI, sob antibiótico de amplo espectro. PA: 86??×??50 mmHg; FC: 108 bpm; pele quente; débito urinário: 0,3 mL/kg/h; lactato: 3,6 mmol/L. Recebeu 30 mL/kg de cristaloide nas últimas 3 horas. Ventilado com PEEP 10 cm H2 O. Ecocardiograma à beira-leito mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FE) preservada. A equipe cogita administrar mais fluidos.
Qual é a melhor ação como próxima etapa para avaliar responsividade a volume e guiar a ressuscitação volêmica?
Homem, 85 anos de idade, internado em UTI devido a infarto agudo do miocárdio com supra de ST, submetido à angioplastia com stent há 5 dias, evolui com dor em hipocôndrio direito. Apresenta frequência cardíaca de 130 bpm, PAM de 58 mmHg, Exames laboratoriais mostram alterações de transaminases, leucocitose lesão renal aguda e plaquetopenia (45.000/mm3). A ultrassonografia de abdome identificou espessamento da parede da vesícula biliar e cálculo biliar impactado em infundíbulo. Realizada ressuscitação volêmica, iniciados vasopressores e antibioticoterapia. Assinale a alternativa que indica a conduta mais apropriada nesse momento.
Criança, sexo masculino, 7 anos de idade, portadora de refluxo vesicoureteral bilateral, retornou hoje ao hospital por febre de até 38,8 °C. No exame físico inicial, o paciente está letárgico e sonolento, apresenta FC de 140 bpm, FR de 26 irpm, PA de 90×40 mmHg, SpO2 de 96% em ar ambiente, ausculta pulmonar e cardíaca normais, fígado no rebordo costal direito, perfusão com retorno rápido (< 1 segundo), pulsos amplos, escore de coma de Glasgow 14, pupilas isofotorreagentes. Temperatura atual de 37,2 °C, após uma hora do antitérmico administrado em casa. O paciente recebeu alta há dois dias do hospital, onde esteve internado em leito de terapia intensiva pediátrico devido a quadro de infecção do trato urinário grave por Escherichia coli sensível aos antibióticos testados. Durante internação, ficou com sonda vesical de demora e cateter venoso central, retirado no dia da alta, sem sinais flogísticos no exame físico de hoje. Considerando os dados apresentados, a conduta indicada nesse momento é 
Lactente, 1 ano de idade, foi submetido à esofagocoloplastia devido a atresia de esôfago. Após 24 horas de cirurgia, apresenta-se gemente, com má perfusão periférica, oligúria e débito vinhoso fétido pela gastrostomia. Ao exame físico, apresenta FC de 190 bpm e PA de 70×40 mmHg. Saturação de oxigênio não aferível. Murmúrios vesiculares reduzidos em bases. Assinale a alternativa que apresenta a complicação mais provável. 
Homem, 45 anos de idade, com antecedente de trauma raquimedular, em uso crônico de baclofeno e olanzapina, é internado na UTI por sepse secundária à infecção urinária. Durante a internação, evoluiu com delirium hiperativo, necessitando de doses de resgate de haloperidol endovenoso, por impossibilidade de utilização da via oral. No terceiro dia de UTI, passou a apresentar febre persistente de 39 °C, tremores e espasticidade, mantendo FC de 140 bpm, PA de 140×60 mmHg, FR de 25 irpm, SpO2 de 95% em ar ambiente. Em relação ao caso descrito, assinale a alternativa que apresenta a conduta mais adequada, após a passagem de sonda nasoenteral.