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Adolescente, diabética e com história de infecção urinária de repetição, foi internada com quadro de febre, calafrios e mal-estar. Referia que este ano já havia apresentado três outros episódios de infecção e que nos dois últimos havia sido tratada com antibiótico injetável devido à ausência de resposta ao tratamento oral. Na última cultura realizada, havia crescido Pseudomonas aeruginosa mais de 1.000.000 ufc/ml resistente a cefepime, ciprofloxacina e gentamicina e com resistência intermediária a imipenem/cilastatina.
Ao exame físico, apresentava taquicardia, palidez cutânea, extremidades frias, temperatura de 39,3ºC. Ausculta cardíaca era normal, com frequência cardíaca de 138 bpm e PA: 85 x 50 mmHg.
No aparelho respiratório, o murmúrio vesicular estava diminuído em bases. O abdome era doloroso em quadrantes superiores e apresentava sinal de Giordano positivo. Realizou hemograma que mostrou 32.100 leucócitos (87% segmentados, 8% linfócitos, 5% monócitos); hemoglobina de 14,2g/dl; hematócrito de 42,1% e plaquetas 89.000. Sumário de Urina mostrava pH: 5,0; densidade: 1021; 32 leucócitos/campo, com várias bactérias e nitrito positivo.
Diante desse caso, qual das afirmativas abaixo apresenta melhor conduta a ser tomada? 
Um paciente de 48 anos, sabidamente HIV positivo, abandonou o tratamento medicamentoso e seguimento médico há 8 anos. Há 3 meses, vem apresentando diarreia intermitente, perda de peso, queda do estado geral e astenia. Fez vários atendimentos em serviços de emergência, sendo medicado e liberado sem retornar ao médico infectologista. Há 10 dias, iniciou quadro de febre sem um padrão específico, piora da astenia e da diarreia, além de referir há 4 dias disfagia importante, sangramento nas fezes e turvação visual. Procurou atendimento médico, quando não conseguia mais deambular devido à fraqueza e dificuldade para se alimentar. Ao exame, apresentava-se caquético, desidratado 3+/4+, taquidispneico 2+/4+, hipocorado 3+/4+, taquicárdico, embora ainda consciente e orientado. O ritmo cardíaco era regular, com pulso finos e céleres, frequência cardíaca de 128 bpm, PA 70 x 45 mmHg. A ausculta pulmonar estava normal, com frequência respiratória de 32ipm e saturação de 97%. Exames laboratoriais mostravam 1.230 leucócitos (82% segmentados, 6% linfócitos, 1% eosinófilos e 11% de monócitos), hemoglobina de 6,7g/dl, plaquetas de 34.000. Ureia de 89 mg/dl, creatinina de 2,8 mg/dl, potássio de 2,3 mEq/l e a Gasometria arterial: pH: 7,27, PCO2: 25 mmHg, PO2: 89 mmHg, HCO3: 13 mmol/L, lactato: 4,8 mg/dl.
Diante deste caso, a conduta a ser tomada é a seguinte:
A sepse é considerada, pela Organização Mundial da Saúde (OMS), um grave problema de saúde pública. Sobre a sepse e choque séptico, é correto afirmar que: 
No manejo da sepse abdominal, quais são as principais diretrizes para o controle de foco e suporte hemodinâmico inicial?

Manejo de Choque Séptico


Paciente com febre, hipotensão refratária a cristaloides e lactato 5,8 mmol/L.


Qual a sequência CORRETA de condutas?