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O esforço de ruptura com o conservadorismo é uma marca da trajetória histórica do Serviço Social brasileiro e que tem na formulação e implementação do projeto ético-político profissional um suporte fundamental. Na atualidade, em função do avanço das práticas e ideais ultraconservadores, cabe às(aos) assistentes sociais um claro posicionamento crítico e contrário ao fascismo, ao racismo e às mais distintas formas de opressão e violência.


Tal posicionamento depende, no âmbito do trabalho profissional, da 

O surgimento e a atuação dos movimentos sociais contribuíram para o alargamento do campo das lutas sociais em todo o mundo. A proliferação de diferentes sujeitos políticos, conflitos sociais e formas de mobilização e organização popular trazem para o trabalho profissional a necessidade de compreensão do alcance desse processo.


Há, em grande parte das experiências contemporâneas, um nítido direcionamento do enfrentamento para o Estado, evidenciando a emergência de lutas que

Mulheres são submetidas a diferentes violências, o que se qualifica como fruto do machismo. Portanto, é necessário que Assistentes Sociais compreendam que o fundamento dessas ações está no(a):
A maioria da população negra ainda vive em situação de vulnerabilidade social, suscetível a mortes violentas, a agressões e abusos de autoridade. As políticas públicas não só desconsideram as especificidades raciais, como reproduzem práticas discriminatórias arraigadas nas instituições. São operações anônimas que perpassam as relações institucionais e que não podem ser atribuídas ao indivíduo isoladamente, configurando-se como racismo institucional. Nesse sentido, é correto afirmar que o racismo institucional possui duas dimensões interdependentes e correlacionadas: a político-programática e a das relações
O debate que Eurico (2018) discorre a respeito da questão étnico-racial e do racismo no Brasil suscita compreender o conceito de branquitude. A autora apoia sua compreensão a partir do “ser branco” como alguém que