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Eurico (2018) afirma que o “racismo institucional se expressa
no modo como as instituições estabelecem suas diretrizes
gerais, as relações de poder, como são reproduzidas ações
pragmáticas, sustentadas pelo mito da democracia racial, e
as(os) profissionais precisam se apropriar do debate para que
consigam fortalecer a resistência diante dessas estruturas de
poder, inclusive no estabelecimento das relações
interpessoais, que sofrem interferências institucionais, sendo
que em várias situações a atitude individual extrapola os
limites institucionais, desconsiderando princípios
fundamentais baseados na ética e no respeito ao outro”
(p.524). Para enfrentar o racismo institucional no cotidiano
profissional, a autora assinala que é fundamental à/ao
assistente social
No Dicionário Crítico do Serviço Social na Saúde (2024),
encontra-se um texto que discorre sobre gênero e saúde. A
autora enfatiza os desdobramentos de uma atuação que
considere o gênero na análise dos problemas de saúde das
mulheres e sugere “uma nova relação profissional de saúde-usuárias na direção da desconstrução das desigualdades de
gênero” (p. 254). Afirma ainda que é necessária a mudança
da lógica patriarcal na saúde além de uma nova postura de
trabalho das equipes de saúde garantindo a
Na Série “Assistente Social no combate ao preconceito:
Discriminação contra a população em situação de rua” (2026),
são elencados os principais motivos que dificultam as
possibilidades das pessoas em situação de rua
ressignificarem suas trajetórias e histórias de vida, dentre eles,
destaca-se
Segundo Cisne, Castro e Oliveira (2018), a prática do aborto,
embora possa se apresentar como uma decisão individual
e/ou do casal, é profundamente influenciada por
determinantes sociais que incidem de forma desigual sobre as
mulheres. Nesse contexto, a maternidade, muitas vezes,
impõe obstáculos concretos à vida profissional feminina,
especialmente para aquelas inseridas no trabalho informal,
sem acesso à licença-maternidade e a outros direitos
trabalhistas. Além disso, a responsabilidade pelo cuidado dos
filhos recai, predominantemente, sobre as mulheres, o que
frequentemente as leva ao afastamento do mercado de
trabalho e ao retorno ao espaço doméstico, evidenciando a
desigual divisão sexual do trabalho. A respeito desse tema,
assinale a alternativa correta.
A autora Márcia Campos Eurico, em seu artigo “A luta contra
as explorações/opressões, o debate étnico-racial e o trabalho
do assistente social” (2018), argumenta: “(...) é preciso
considerar as pautas universais, mas também apreender suas
particularidades. Entre universal e o particular se põe um
campo de disputas onde certamente o pertencimento étnicoracial, a identidade de gênero, a orientação sexual, o lugar
ocupado na divisão social e técnica do trabalho revelam a
diversidade humana, mas também acirram a desigualdade no
interior da própria classe.” (p.516). Desse modo, é possível
ponderar que o Serviço Social brasileiro, ainda que no campo
das ideias, defenda a luta antirracista, em seu contexto de
trabalho, pode reproduzir práticas racistas. A partir da
discussão trazida pela autora, assinale a alternativa correta.