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A radiologia intervencionista é uma especialidade médica que realiza procedimentos e intervenções cirúrgicas minimamente invasivas guiadas por imagem. Muitas vezes, o coração fica esquecido em imagens torácicas. Mesmo assim, é possível extrair muitas informações a partir dessas imagens mesmo que elas não sejam dedicadas à imagem cardíaca.
Tendo essas informações como referência inicial, julgue o item que se segue. 

Em geral, os tratamentos intervencionistas são rápidos e efetivos, podendo ser feitos ambulatorialmente ou com um tempo de internação curto (24 h a 48 h), com eficácia igual ou superior às opções cirúrgicas.

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A radiologia intervencionista é uma especialidade médica que realiza procedimentos e intervenções cirúrgicas minimamente invasivas guiadas por imagem. Muitas vezes, o coração fica esquecido em imagens torácicas. Mesmo assim, é possível extrair muitas informações a partir dessas imagens mesmo que elas não sejam dedicadas à imagem cardíaca.
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Pacientes em UTI que estejam com cateteres intravasculares ou que estejam sob ventilação mecânica constantemente são submetidos ao exame de radiografia torácica para a pesquisa de complicações que o exame físico e os dados laboratoriais não revelam. Nesses exames, o cassete é posicionado por trás do paciente no leito, razão por que as incidências nele adotadas são identificadas como posteroanteriores (PA).
A radiologia intervencionista é uma especialidade médica que realiza procedimentos e intervenções cirúrgicas minimamente invasivas guiadas por imagem. Muitas vezes, o coração fica esquecido em imagens torácicas. Mesmo assim, é possível extrair muitas informações a partir dessas imagens mesmo que elas não sejam dedicadas à imagem cardíaca.
Tendo essas informações como referência inicial, julgue o item que se segue. 

Na radiologia intervencionista, os procedimentos normalmente são realizados por via percutânea ou endovascular, por meio de pequenas punções por onde o médico introduz fios, cateteres e drenos até o local desejado, a fim de realizar um tratamento específico em diversas partes do corpo, usando métodos de imagem como raios X, tomografia computadorizada, ultrassonografia e ressonância magnética para se orientar.
Tendo em vista que o estudo por imagem das mamas faz parte da rotina preventiva para o diagnóstico de cânceres nas mulheres a partir da quinta década de vida, haja vista a sua elevada incidência, e que esse estudo pode ser feito por mamografia, ultrassonografia e(ou) ressonância magnética, dependendo da idade da paciente e da indicação, julgue o item subsequente. 
O nódulo de mama é uma lesão expansiva, tridimensional e, assim como todas as lesões, deve ser identificado nas duas incidências mamográficas. Os nódulos podem ser avaliados de acordo com tamanho, forma, margem e densidade, sendo que a margem representa a característica mais importante.

Tendo em vista que o estudo por imagem das mamas faz parte da rotina preventiva para o diagnóstico de cânceres nas mulheres a partir da quinta década de vida, haja vista a sua elevada incidência, e que esse estudo pode ser feito por mamografia, ultrassonografia e(ou) ressonância magnética, dependendo da idade da paciente e da indicação, julgue o item subsequente. 

A mamografia está indicada para rastreamento (rotina) e diagnóstico do câncer de mama, assim como acompanhamento terapêutico específico, principalmente em pacientes com história de câncer (de mama) na família. Por ser um método obtido por meio de radiação não ionizante, indica-se sua realização de 2 em 2 anos durante a quinta década de vida, e anualmente a partir da sexta década, salvo condições em que o acompanhamento se faça necessário com maior frequência (por exemplo, a cada seis meses para acompanhamento de nódulo).