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O estudo do trato gastrintestinal (TGI) é realizado por meio de diversos métodos radiológicos e não radiológicos. Entre os métodos radiológicos, destacam-se a seriografia do esôfago, estômago e duodeno (SEED), o trânsito de delgado e o clister opaco. Entre os métodos não radiológicos, evidenciam-se a endoscopia alta e a colonoscopia. Com relação a esses métodos, julgue o item a seguir.

Na realização do exame do trânsito do intestino delgado, o paciente deve ingerir o meio de contraste e as radiografias devem ser feitas periodicamente, acompanhando a sua progressão do duodeno à válvula ileocecal. O tempo de realização desse exame é variável, podendo demorar de 30 min a 4 h ou 6 h. Costumam-se fazer somente radiografias localizadas e com compressão, tentando-se individualizar as alças o máximo possível. 

O estudo do trato gastrintestinal (TGI) é realizado por meio de diversos métodos radiológicos e não radiológicos. Entre os métodos radiológicos, destacam-se a seriografia do esôfago, estômago e duodeno (SEED), o trânsito de delgado e o clister opaco. Entre os métodos não radiológicos, evidenciam-se a endoscopia alta e a colonoscopia. Com relação a esses métodos, julgue o item a seguir.


Na SEED e no exame do trânsito de delgado, o meio de contraste é administrado por via intravenosa. Na enteróclise, esse meio é infundido na junção duodenojejunal, por meio de um tubo oral. No clister opaco, ele é introduzido por via retal. Em todos os casos, o trajeto dessa substância no tubo digestório é acompanhado pelo monitor. Nos momentos convenientes, radiografias são obtidas para a documentação das imagens fluoroscópicas.
O estudo do trato gastrintestinal (TGI) é realizado por meio de diversos métodos radiológicos e não radiológicos. Entre os métodos radiológicos, destacam-se a seriografia do esôfago, estômago e duodeno (SEED), o trânsito de delgado e o clister opaco. Entre os métodos não radiológicos, evidenciam-se a endoscopia alta e a colonoscopia. Com relação a esses métodos, julgue o item a seguir.

A endoscopia é um método que, além de proporcionar a avaliação da superfície mucosa do TGI com bastante acurácia, tem a vantagem de possibilitar a realização de biópsias em áreas comprometidas ou suspeitas. 
Com base nas melhores práticas mundiais sobre o uso de meio de contraste iodado endovenoso nos exames de imagem, tendo como referência, por exemplo, a atualização de 2021 do manual do American College of Radiology sobre o tema, julgue o item subsequente.

Anemia falciforme e feocromocitoma são fatores de risco a reações adversas ao uso de meio de contraste iodado endovenoso, sendo mandatória a realização de preparo medicamentoso pré-exame para pacientes com essas condições, ou seja, em caso de não realização do preparo, o exame nesse tipo de paciente tem que ser adiado até a sua realização.

Acerca dos exames contrastados e das alterações do trato urinário na infância, julgue o próximo item.

A técnica desse exame inclui a administração venosa do meio de contraste e a realização de radiografias seriadas para avaliação da concentração e excreção do contraste pelos rins, o que permite a avaliação também das vias urinárias e da bexiga, sendo posteriormente avaliada a uretra durante a micção.