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Em Ressonância Magnética (RM), o contraste da imagem é definido pela manipulação dos parâmetros de sequência, como o Tempo de Repetição (TR) e o Tempo de Eco (TE). A escolha correta destes tempos é essencial para suprimir certos tecidos e realçar outros. Para obter uma imagem ponderada em Densidade Protônica (DP):
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Paciente com quadro clínico sugestivo de mielite transversa é submetido à ressonância magnética de coluna cervical com contraste. Sobre a utilização de supressão de gordura nas sequências de T1 pós-contraste:
Em um exame de ressonância magnética da hipófise para caracterização de um possível microadenoma, a aquisição dinâmica póscontraste deve incluir: 
Durante a realização de angiorressonância magnética sem contraste, o radiologista opta pela técnica que satura os tecidos estacionários para que não gerem sinal, enquanto nos locais onde há fluxo sanguíneo os prótons se renovam e o sinal permanece. Após a aquisição, aplica-se um filtro em cada corte para conservar apenas os pixels com sinal mais intenso. As duas técnicas utilizadas neste protocolo são, respectivamente:
Um radiologista vascular avalia paciente com história de hemorragia subaracnóidea. A tomografia computadorizada de crânio confirma o sangramento e a investigação subsequente deve procurar a causa, frequentemente representada por aneurisma cerebral roto. Na avaliação por ressonância magnética de crânio sem contraste, os aneurismas cerebrais apresentam característica imagenológica específica relacionada ao alto fluxo sanguíneo. Essa característica é denominada:
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